Houve um incremento de 11% em relação ao obtido no mesmo período do ano passado A Vinci Partners fechou o segundo trimestre de 2022 com um lucro distribuível ajustado de R$ 61,1 milhões, um incremento de 11% em relação ao obtido no mesmo período do ano passado. A margem subiu de 43,7% para 49,0% nesse intervalo.
A gestora de recursos, especializada em fundos estruturados e de private equity, tinha ao fim de junho ativos totais sob seu guarda-chuva da ordem dos R$ 60 bilhões, com uma captação total de R$ 4,6 bilhões. Com a aquisição recente da SPS vai somar R$ 62 bilhões.
A Vinci reportou receitas totais de R$ 95,9 milhões no trimestre encerrado em junho, com um decréscimo de 5% em 12 meses. O desempenho está relacionado ao bem sucedido retorno de capital no FIP Energia PCH, ocorrido no primeiro trimestre, e ao impacto da marcação a mercado nos fundos líquidos, explica a companhia no seu release de resultados.
As receitas relacionadas a tarifas aumentaram 6% em relação ao trimestre anterior, como resultado do aumento das taxas de consultoria e da captação de recursos nas estratégias de mercado privado no fim do trimestre.
O lucro relacionado a tarifas (FRE, na sigla em inglês) foi de R$ 46,9 milhões (R$ 0,84/ação) no trimestre encerrado em 30 de junho de 2022, comparado a R$ 55,2 milhões para o trimestre encerrado em 30 de junho de 2021, uma redução de 15% em relação ao ano anterior. Na comparação com o trimestre anterior, o FRE aumentou 7%.
A margem relacionada ao FRE foi de 48,9% no trimestre encerrado em 30 de junho de 2022, com uma redução de 5,7 pontos percentuais em 12 meses, impactado parcialmente por maiores custos fixos decorrentes do aumento da inflação ao longo período, combinado com a redução das taxas de administração como consequência de retorno de capital e efeito de marcação a mercado.
O lucro relacionado à performance (“PRE”) foi de R$ 2,4 milhões no trimestre, uma redução de 78% em relação ao ano anterior. A Vinci explica que, no segundo trimestre de 2021, a companhia tinha sido positivamente impactada por um desempenho extraordinário proveniente de mandatos exclusivos internacionais.

A empresa, que operava em São Paulo, mas não estava apta para a região do Amazonas, conclui, neste mês, a construção de um gateway naquele Estado A Starlink, empresa de satélites do bilionário Elon Musk, está pronta para prestar serviços de conexão às escolas e de vigilância na Amazônia, disse hoje o ministro das Comunicações, Fábio Faria, a jornalistas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Evento seria no dia 14 de setembro, em São Paulo O consórcio de veículos de imprensa, que inclui o Valor, ” g1″, “O Globo”, “O Estado de S. Paulo”, “Folha de S.Paulo” e “UOL”, suspendeu nesta quinta-feira (11) a realização de um debate em pool entre candidatos à Presidência da República.
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O debate estava marcado para 14 de setembro, em São Paulo, e previa reunir os quatro primeiros colocados em pesquisa eleitoral Ipec ou Datafolha da semana anterior ao evento – e ocorreria com a confirmação de ao menos três desses quatro.
O consórcio tomou a decisão de suspender o debate porque os dois primeiros colocados nas últimas pesquisas, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), não se comprometeram, até as 23h59 desta quarta-feira (10), a participar.
Conforme informado em reunião realizada em 3 de agosto entre o consórcio e partidos, as campanhas tinham uma semana para confirmar a participação no debate caso preenchessem o requisito de estar entre os quatro primeiros.
As campanhas de Ciro Gomes (PDT), Leonardo Péricles (UP), Luiz Felipe D’ávila (Novo), Pablo Marçal (PROS), Simone Tebet (MDB), Sofia Manzano (PCB), Soraya Thronicke (UB) e Vera Lúcia (PSTU) confirmaram a participação; José Maria Eymael (DC) não respondeu.
O consórcio de veículos de imprensa lamenta a falta de disposição dos dois candidatos que lideram as pesquisas em debater os problemas e as soluções para o país neste momento importante da democracia brasileira.
O debate tinha o objetivo de estimular um diálogo aprofundado, que revelasse as visões dos candidatos sobre o país e desse a eles a oportunidade de responder a questões de interesse público. Levando isso em conta, o consórcio permanece aberto a voltar a discutir a possibilidade de realização do evento caso haja interesse por parte das campanhas que lideram as pesquisas.
Receita líquida da produtora de eventos e shows saltou mais de trinta vezes no comparativo trimestral, para R$ 50,1 milhões A T4F registrou lucro atribuído aos controladores de R$ 8,3 milhões no segundo trimestre deste ano, revertendo o prejuízo de R$ 14,2 milhões registrado no mesmo período de 2021.
A receita líquida da produtora de eventos e shows saltou mais de trinta vezes no comparativo trimestral, para R$ 50,1 milhões. Em relação ao segundo trimestre de 2019, período pré-pandemia, a receita líquida caiu 62%.
De acordo com a divulgação de resultados da companhia, foram realizados 85 eventos no último trimestre, dos quais 9 são do segmento música ao vivo e 76 do segmento Família e Teatro. No total, foram vendidos 92 mil ingressos.
O total de eventos ficou 38% abaixo do segundo trimestre de 2019, quando foram comercializados 388 mil ingressos. No segundo trimestre do ano passado nenhum evento foi realizado.
O Ebitda somou R$ 9,4 milhões entre abril e junho, ante resultado negativo de R$ 12 milhões no segundo trimestre de 2021 e de R$ 19,6 milhões no mesmo período de 2019.
No critério ajustado, excluindo efeitos não-recorrentes como decisões judiciais e provisões de contingência, o Ebitda no último trimestre foi de R$ 13,6 milhões. Nos trimestres correspondentes dos anos anteriores os resultados ficaram negativos em R$ 9,7 milhões e R$ 18,7 milhões, respectivamente.
O resultado financeiro ficou positivo em R$ 1,3 milhão, revertendo resultados negativos anteriores, em razão do maior rendimento de aplicações financeiras e juros sobre debêntures, impulsionados pela alta da Selic. A companhia destaca também o efeito cambial da valorização do dólar.
Veja tudo sobre o balanço da T4F e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia no Valor Empresas 360

Aliado de Bolsonaro, que classificado o manifesto pela democracia como “cartinha”, Lira afirmou a aliados que acredita no distensionamento entre os Poderes nas próximas semanas O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), evitou falar diretamente sobre os atos em defesa da democracia ocorridos hoje e destacou nesta quinta-feira que, no Poder Legislativo, todos os dias são atos dessa natureza.
“A Câmara dos Deputados é o coração e a síntese da democracia. É a sua representação maior, pela sua diversidade e convivência harmônica e permanente dos divergentes”, escreveu Lira, em publicação na sua página original do Twitter. “No Legislativo, todos os dias são atos pela democracia, atos que produzem efeitos concretos e transformadores na vida do país e dos brasileiros. Democracia, uma conquista de todos”, acrescentou.
Na avaliação de interlocutores do parlamentar do PP, a decisão de fazer uma defesa da democracia sem citar os atos desta quinta-feira reflete uma cautela do presidente da Câmara para evitar inflamar os ânimos com o presidente Jair Bolsonaro, que tem ironizado as manifestações.
Apesar de o mandatário ter classificado a “Carta em defesa do Estado Democrático de Direito” como “cartinha” em mais de uma oportunidade, Lira afirmou a aliados que acredita no distensionamento entre os Poderes nas próximas semanas.
Em conversas reservadas, Lira tem dito que “as coisas devem esfriar” entre os Poderes apesar dos ataques frequentes de Bolsonaro contra o sistema eleitoral.
A pessoas próximas, ele destacou ter recebido relatos sobre “o bom clima” da conversa entre Bolsonaro e o ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ontem, quando o magistrado foi entregar ao mandatário o convite de sua posse na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Cristiano Mariz/O Globo

Pesquisadores descobriram que o uso excessivo da massa cinzenta do cérebro pode levar à fadiga mental, dificultando a tomada de decisões Se você está se sentindo cansado no final de um dia exigente no trabalho, pode ser que você esteja pensando demais. Pesquisadores descobriram que o uso excessivo da massa cinzenta do cérebro pode levar à fadiga mental, dificultando a tomada de decisões.
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Os cientistas analisaram a composição química dos cérebros de dois grupos de pessoas ao longo de aproximadamente um dia de trabalho. Um grupo recebeu tarefas fáceis, enquanto o outro foi instruído a realizar versões mais exigentes das mesmas tarefas cognitivas. Sinais de fadiga, como diminuição da dilatação da pupila, foram registrados apenas no grupo que realizou as tarefas mais complexas.
Usando espectroscopia de ressonância magnética, pesquisadores do Hospital Universitário Pitie-Salpetriere, em Paris, descobriram que o trabalho cognitivo de alta demanda levou a um acúmulo de glutamato – um produto químico que as células nervosas usam para transmitir sinais a outras células – na área do córtex pré-frontal do cérebro.
Burnout: Detectar fadiga mental severa ajuda a evitar o esgotamento no local de trabalho
Nataliya Vaitkevich/Pexels
Lidar com o excesso torna outras atividades do córtex pré-frontal, como planejamento e tomada de decisões, mais difíceis, levando os indivíduos a favorecer ações de baixo esforço e alta recompensa, à medida que a fadiga cognitiva se instala.
Um dos autores do estudo, Mathias Pessiglione, disse que teorias anteriores sugeriam que a fadiga era uma ilusão inventada pelo cérebro para nos fazer parar o que estamos fazendo e nos voltarmos para uma atividade mais gratificante.
“Mas nossas descobertas mostram que o trabalho cognitivo resulta em uma verdadeira alteração funcional – acúmulo de substâncias nocivas –, então a fadiga seria de fato um sinal que nos faria parar de trabalhar, mas com um propósito diferente: preservar a integridade do funcionamento do cérebro.”
Pesquisadores dizem que monitorar mudanças químicas no córtex pré-frontal pode ter implicações práticas, como ajudar a detectar fadiga mental severa para evitar o burnout, o esgotamento no local de trabalho.

A receita líquida da companhia recuou 16% no mesmo período, para R$ 242,6 milhões A incorporadora EZTec finalizou o segundo trimestre com R$ 83,1 milhões de lucro líquido, queda de 40,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2021. A receita líquida da companhia recuou 16% no mesmo período, para R$ 242,6 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

O índice Dow Jones subiu 0,08%, a 33.336,67 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,07%, a 4.207,27 pontos, e o Nasdaq caiu 0,58%, a 12.779,91 pontos Os três principais índices acionários de Wall Street até buscaram estender o rali de ontem na sessão desta quinta-feira (11), mas acabaram penalizados pelo fortalecimento dos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) e fecharam sem direção única, com um viés mais pessimista.
A sessão foi marcada por mais um dado de desaceleração da inflação, desta vez o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês). Mas entre os investidores pinta um sentimento de cautela em relação ao Federal Reserve (Fed) já que os dados de agora são os primeiros de uma possível desaceleração.
No fim das negociações, o índice Dow Jones subiu 0,08%, a 33.336,67 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,07%, a 4.207,27 pontos, e o Nasdaq caiu 0,58%, a 12.779,91 pontos.
Entre os índices setoriais do S&P 500, o melhor desempenho ficou com o segmento de energia, com ganhos de 3,19%, em dia em que os preços do petróleo subiram mais de 2% e já voltam a se aproximar da barreira psicológica de US$ 100 o barril. As ações da Chevron subiram 2,39%, enquanto as da Exxon Mobil avançaram 2,89%. Já na lanterna, a maior perda veio do setor de cuidados com a saúde, com perdas de 0,71%, com as ações da Pfizer caindo 3,26%.
Hoje pela manhã o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos mostrou que o PPI de julho recuou 0,5% na relação mensal, enquanto o esperado era que o índice subisse 0,2%.
Para o Wells Fargo, apesar de os números recentes sobre a elevação de preços desacelerarem, ainda há sinais de que a queda da inflação pode ser lenta. “Acreditamos que o Fed errará no lado da cautela quando se trata de inflação e não tirará o pé do pedal até ver evidências convincentes de que está desacelerando de forma sustentada”.
Ainda na sessão, o mercado de trabalho continuou a mostrar força, com o total de solicitações de seguro-desemprego atingindo 262 mil pedidos, abaixo dos 264 mil projetados.
Hoje os rendimentos dos títulos do Tesouro americana estavam fracos pela manhã, mas ao longo da tarde foram se fortalecendo. Perto das 17h15, o rendimento da T-note de dez anos operava em alta, a 2,891%, de 2,780% do fechamento de ontem, enquanto o retorno do papel de dois anos subia, a 3,219%, de 3,210% da última sessão.
Entre as ações, o destaque ficou com as da Disney, com ganhos de 4,75%, após a empresa lucrar US$ 1,41 bilhão no seu terceiro trimestre fiscal, em alta de 52,8% ante o lucro correspondente ao mesmo período do ano anterior. As ações do Bumble, por sua vez, caíram 8,61% depois que a empresa do app de namoro cortou sua previsão para o ano, citando inflação e câmbio forte. Também ganhou holofote a queda de 18,17% das ações da Six Flags, após a empresa relatar ganhos aquém das expectativas, penalizada pela queda de 22% nos visitantes dos parques temáticos.
Richard Drew/AP

Ante o primeiro trimestre, no entanto, o lucro da empresa mais que dobrou (103%), com alta de 4 pontos percentuais na margem líquida A Trisul registrou lucro líquido de R$ 20,4 milhões no segundo trimestre deste ano, queda de 42% no comparativo anual, com margem líquida de 9,8%, indicando retração de 7 pontos percentuais (p.p.). Ante o primeiro trimestre, no entanto, o lucro mais que dobrou (103%), com alta de 4 p.p na margem líquida.
Em sua prévia operacional, divulgada em meados de julho, a companhia informou retração tanto em vendas quanto e lançamentos no trimestre no comparativo anual, mas melhora ante o primeiro trimestre.
A receita líquida da companhia somou R$ 209,8 milhões no período, estável na base anual e 28% superior ao informado no primeiro trimestre. Já o Ebitda foi de R$ 33,8 milhões, queda de 27% no comparativo anual e alta de 60% ante os primeiros três meses do ano. Com ajustes, o Ebitda soma R$ 37,6 milhões, com recuo de 22% e alta de 53%, respectivamente.
A margem Ebitda, por sua vez, caiu 5 pontos percentuais na base anual, para 17,9%. Em relação a março foi apurada alta de 3 p.p. na margem.
Entre abril e junho, a companhia registrou vendas líquidas de R$ 193 milhões e lançamentos de R$ 383 milhões, indicando quedas de 22% e 7% na base anual, respectivamente. No primeiro trimestre, a Trisul não realizou lançamentos e as vendas somaram R$ 119,8 milhões.
No período, o índice de venda sobre oferta (VSO) considerando apenas a parte da companhia ficou em 8%. As entregas da Trisul (considerando a parte da companhia) totalizaram R$ 420 milhões no segundo trimestre, com a entrega de dois empreendimentos (Sonare Alto de Pinheiros e Oscar Ibirapuera), totalizando 116 unidades.
O banco de terrenos (landbank) da empresa registrou também diminuiu, com VGV passando de R$ 5 bilhões para R$ 4,6 bilhões.
Veja tudo sobre o balanço da Trisul e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia no Valor Empresas 360
Fachada de prédio da Trisul em São Paulo
TRISUL/Divulgação

