
A operadora de shoppings centers reportou lucro líquido de R$ 156 milhões, revertendo prejuízo de R$ 112,9 milhões anotado um ano antes A BR Malls registrou lucro líquido de R$ 156 milhões no segundo trimestre, revertendo o prejuízo de R$ 112,9 milhões de um ano antes. Em termos ajustados, considerando efeitos de impostos e investimentos, o lucro líquido foi de R$ 165,9 milhões, quase o triplo na comparação com o mesmo período de 2021.
As receitas da operadora de shoppings centers somou R$ 356,3 milhões entre abril e junho, alta de 36,1% na comparação anual. O fluxo de caixa operacional, usado para medir a operacionalização da empresa, foi de R$ 173,8 milhões, revertendo número negativo de um ano antes.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) no segundo trimestre foi de R$ 124,2 milhões, revertendo indicador negativo um ano antes. Em termos ajustados, foi de R$ 328,4 milhões, mais que o dobro de um ano antes. A margem Ebitda ajustada ficou em 92,2%, alta de 38,7 pontos percentuais em um ano.
As vendas totais da BR Malls chegaram a R$ 5,38 bilhões, alta de 54,6% na comparação anual. As vendas mesmas lojas subiram 49,5% ante o mesmo período de 2021 e 13,6% sobre 2019. Já o aluguel mesmas lojas subiu 37,9% sobre 2021 e 33,2% sobre 2019. O custo de ocupação sobre a porcentagem de vendas caiu 1,9 ponto percentual, a 10,6%.
O resultado financeiro foi negativo em R$ 95,3 milhões, aumento de 46,7% em um ano, associado, principalmente, à elevação da taxa de juros, uma vez que 75% das dívidas da companhia são atreladas ao CDI, além do crescimento da inflação no período. Os custos aumentaram 65,2%, a R$ 44,1 milhões.
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Ebitda foi de R$ 84,9 milhões no 2º trimestre deste ano, queda de 2,3% ante os R$ 86,9 milhões no mesmo período do ano anterior A International Meal Company Alimentação (IMC), controladora das redes de restaurantes Pizza Hut e KFC, teve prejuízo líquido de R$ 4,8 milhões no segundo trimestre deste ano, ante lucro líquido de R$ 21,2 milhões em igual período do ano 2021, segundo demonstrações financeiras enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quinta-feira. Os valores referem-se aos atribuíveis aos acionistas controladores.
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Já a receita líquida saltou 42% no período, para R$ 37,5 milhões A Enjoei registrou prejuízo de R$ 18 milhões no segundo trimestre, com uma redução considerável em relação ao prejuízo de R$ 30 milhões de um ano antes.
Na mesma base de comparação, a receita líquida saltou 42%, para R$ 37,5 milhões. Já o volume bruto de mercadoria (GMV, na sigla em inglês) da companhia cresceu 47%, somando R$ 300 milhões.
Em comentários da direção que acompanham o informe financeiro, a empresa observa que o forte resultado “demonstra a capacidade da plataforma em capturar novas transações em ritmo superior à média dos pares do e-commerce e varejo”.
O número de novos vendedores foi de 164 mil, inferior aos 215 mil relatados entre abril e junho de 2021. Já o número de novos compradores aumentou de 181 mil para 224 mil.
O resultado antes de juros e impostos ficou negativo em R$ 15,6 milhões entre abril e junho, melhora de 40% ante o resultado negativo de R$ 25,7 milhões do mesmo período de 2021. De acordo com a companhia, o desempenho mostra “comportamento consistente de redução do prejuízo operacional ao longo dos últimos trimestres, à medida que a companhia captura os efeitos de melhor margem bruta e diluição de despesas”.
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Enjoei, plataforma de compra e venda de produtos usados
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A “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!”, que ganhou o nome simplificado de “Carta aos Brasileiros”, superou na noite desta quinta-feira (11) a marca de um milhão de signatários, de acordo com o site da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (Largo de São Francisco). A contagem pode ser seguida na página do site em que se assina a carta.
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A rede de hospitais e laboratórios informou prejuízo líquido de R$ 120,2 milhões no período, alta de 4,3% na comparação anual; as receitas somaram R$ 3,28 bilhões, avanço de 26,2% A Dasa registrou prejuízo líquido de R$ 120,2 milhões no segundo trimestre, uma piora de 4,3% nas perdas na comparação anual. As receitas da rede de hospitais e laboratórios somou R$ 3,28 bilhões entre abril e junho, alta de 26,2% sobre o mesmo período de 2021.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) no segundo trimestre foi de R$ 512,3 milhões, ante R$ 24,8 milhões um ano antes. A margem Ebitda avançou 14,6 pontos percentuais, a 15,6%.
O crescimento nas receitas é reflexo da consolidação das aquisições recentes, principalmente em hospitais e oncologia, além da melhoria de indicadores operacionais, com alta de tíquete médio por paciente e dia.
A companhia destaca que as despesas financeiras líquidas foram de R$ 374,4 milhões no período, ante R$ 50,5 milhões um ano antes, com impacto do aumento do endividamento líquido, resultado dos investimento da Dasa, e da alta dos juros.
A dívida líquida da Dasa somou R$ 7,32 bilhões ao fim de junho, ante R$ 1,39 bilhão no fim do segundo trimestre de 2021, sofrendo influência da estratégia de consolidação de mercado da companhia.
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Laboratório da rede Dasa
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Já a receita bruta do grupo de distribuição de seguros alcançou R$ 266,9 milhões, alta de 9% frente ao segundo trimestre de 2021 O grupo de distribuição de seguros Wiz apresentou lucro líquido de R$ 57,3 milhões no segundo trimestre de 2022, que representa queda de 23,6% ante o mesmo período de 2021. No primeiro semestre deste ano, a linha alcançou R$ 109 milhões, com recuo de 21,4% frente ao resultado da primeira metade de 2021.
Já a receita bruta alcançou R$ 266,9 milhões, com alta de 9% frente ao segundo trimestre de 2021. No acumulado de 2022, a arrecadação chegou a R$ 500,9 milhões, uma alta de 1,1% ante os seis primeiros meses do ano passado.
De acordo com o CEO da Wiz, Heverton Peixoto, “a receita bruta do segundo trimestre foi um número histórico para a companhia”. O faturamento do primeiro semestre, segundo o executivo, representa 50% da base superior do guidance, “que para muitos parecia extremamente desafiador quando divulgamos”.
Peixoto ressaltou que o resultado chega em um período no qual as receitas advindas do contrato que foi cancelado com a Caixa Econômica Federal já representam apenas um quarto do total. “É o primeiro semestre que a gente não tem a Caixa [como principal fonte de receitas]”, disse o CEO da Wiz. “A receita superou a primeira metade do ano passado mesmo que a gente ainda tivesse praticamente o contrato da Caixa cheio”, acrescentou.
As duas grandes parcerias feitas após a saída da Caixa, com a BMG Seguros e o BRB já representam 48% das receitas totais. “Para aqueles que tinham dúvidas sobre a força da Wiz pós-contrato com a Caixa, os resultados mostram que nossa estratégia foi plenamente atingida.”
Peixoto destacou ainda o crescimento de 94% nas operações correntes na comparação anual. A geração de caixa operacional saiu de R$ 60,7 milhões no segundo trimestre de 2021 para R$ 114,2 milhões entre abril e junho de 2022.
“O mercado conhece a gente como uma máquina de ‘joint venture’, mas o correto é que somos uma máquina de parcerias”, afirmou o executivo-chefe do grupo. Segundo Peixoto, apenas as parcerias em negociação que não são joint ventures já somam 20. “A Wiz atua como uma provedora de soluções para parceiros no mercado de seguros, na maioria dos casos no formato ‘white label’ [quando a empresa fornece a infraestrutura e o parceiro a marca].”
O executivo citou a entrada em canais de concessionárias de veículos, com mais de 200 pontos de venda atendidos até o momento. Outra iniciativa que ilustra a estratégia é a parceria com a Polishop para a venda de seguros na rede de varejo. “São projetos que a gente está plantando hoje para colher em 2025”, disse.
O diretor de relações com o mercado e M&A da Wiz, Guilherme Aguiar, explica que a operação com a Polishop foi anunciada, mas ainda não teve uma aprovação dos órgãos responsáveis. Da mesma forma, as joint ventures com o Paraná Banco e a Omni devem começar a funcionar apenas neste segundo semestre.
Os resultados devem ser observados apenas em 2023. “A maior parte dessas parcerias vão dar resultados a partir do ano que vem”, ponderou. “Já existe a presença de custo no balanço, mas sem as receitas que ainda vão vir”, acrescentou.
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Escritório do grupo Wiz, grupo de distribuição de seguros
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Valor representa uma queda de 67% frente à perda de R$ 97 milhões anotada em igual período do ano passado A Zamp (ex-BK Brasil), empresa de fast-food dona das redes Burger King e Popeyes, registrou prejuízo líquido de R$ 31,6 milhões no segundo trimestre, uma redução de 67% frente à perda de R$ 97 milhões de igual período do ano anterior. Segundo a companhia, o resultado foi decorrente principalmente da melhora da atividade operacional.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado da companhia cresceu cerca de 10 vezes, atingindo R$ 127 milhões no período.
A receita líquida da companhia no intervalo foi de R$ 883 milhões, alta de 55,5% ante o segundo trimestre de 2021.
“O segundo trimestre de 2022 foi o primeiro período que tivemos um cenário mais próximo da normalidade, com a suavização da pandemia e, consequentemente, menos restrições de uso de máscaras, além do retorno presencial gradual dos escritórios e total das escolas. A combinação desses efeitos, atrelados às importantes iniciativas em nossas marcas, impactaram positivamente nosso resultado — o que reforça o momento do setor e a resiliência do nosso negócio, que vem recuperando gradativamente tráfego, principalmente aos finais de semana”, diz a companhia, nos comentários que acompanham os dados financeiros.
Esse crescimento de 55,5% em base anual ocorreu em um cenário com o tráfego ainda abaixo dos patamares pré pandemia, mas com ganhos importantes de participação de mercado, “o que fez com que mesmo nesses níveis, pela primeira vez desde o início da pandemia, nossas lojas tivessem performance significativamente acima de 2019 em vendas”.
As vendas comparáveis nos mesmos restaurantes cresceram 33,3% nas lojas do Burger King e 57,9% nas da rede Popeyes. A receita dos canais digitais (Delivery, Totem e App) avançou 52,3% no período e representa 32,6% das vendas da companhia.
Ao longo do segundo trimestre, a Zamp abriu quatro lojas da marca Burger King e fechou uma, encerrando o período com 897 unidades. Segundo a companhia, o projeto de expansão neste ano estará mais concentrado no segundo semestre.
O sistema Popeyes não realizou aberturas durante o período, encerrando o trimestre com 53 unidades, sendo todas elas próprias e localizadas nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Com isso, a empresa encerrou o trimestre com um total de 950 restaurantes — 740 próprios das marcas Burger King e Popeyes, e 210 de franqueados do Burger King.
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Daniel Acker/Bloomberg

Com a popularização dos NFTs, o Mercado Bitcoin promove transformação social para populações menos favorecidas Jogos de blockchain, NFTs e DeFi atraem um grupo de crianças de 7 e 11 anos que mora no Complexo do Chapadão, no Rio de Janeiro (RJ), para frequentarem as aulas da Blockchain Academy, uma iniciativa educacional da maior exchange da América Latina.
É o projeto Metaverso Chapadão (da ONG Educar + e da Play4change), que leva inclusão financeira e empoderamento social para comunidades vulneráveis de nações em desenvolvimento, como definiu o representante da Play4change, Victor Caribe.
Incentivados pela criação e descoberta de novas possibilidades com os criptoativos, esse grupo lançou a coleção NFT Metaverso Chapadão durante a primeira edição da NFT.Rio – evento internacional que reuniu a comunidade cripto no Rio de Janeiro – e pôde ver seus desenhos sendo transformados em NFTs durante o evento.
Mais de 80% da receita das vendas é utilizada para apoiar a ONG Educar + em atividades de educação, compra de equipamentos e investimentos nas salas de aula. Parte da renda obtida com a venda dos NFTs é direcionada para a família da criança que fez o desenho NFT.
Para a Play4change e a Educar +, as questões não são apenas sobre exclusividade e escassez, mas também sobre inclusão e abundância. “É por isso que nosso time lançou o projeto chamado ‘NFTs de Impacto’ em parceria com o Mercado Bitcoin, onde realizamos sessões sobre o metaverso, jogos e NFTs com crianças da ONG”, conta Caribe.
“O NFT de Impacto une propósito e arte. Os artistas doam parte da venda de suas obras para projetos sociais e as pessoas que compram um NFT de Impacto, contribuem para um mundo melhor”, diz Sandro Langer, facilitador de ESG do Mercado Bitcoin.
Combate à fome
Outro projeto que faz parte da NFT de Impacto e que também ganhou espaço na NT.Rio foi o Hungry, que está usando a tecnologia cripto para contribuir com o combate à fome no Brasil, com a venda direta de obras/NFTs de artistas brasileiros.
O leilão realizado durante o NFT.Rio arrecadou R$ 2,5 mil e há obras/NFTs disponiveis para venda direta na plataforma. O dinheiro das vendas é revertido para a ONG Banco de Alimentos, que procura conscientizar a sociedade sobre o desperdício de alimentos, incluindo produtores, supermercados, hortifrutis, indústria e poder público.
São mais de 33,1 milhões de pessoas passando fome no Brasil e mais de 125 milhões em situação de insegurança alimentar – segundo dados do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN) – sem saber se terão o que comer em qualidade e quantidade suficientes, uma situação inaceitável.
Jorge Toquetti, diretor-geral da ONG Banco de Alimentos, explica que está entre as primeiras organizações da sociedade civil no Brasil que começaram a receber doações por meio de NFTs lançados pela marca de roupas Reserva no início deste ano, sendo a iniciativa mais recente com o Mercado Bitcoin, a Hungry NFTs.
“As criptomoedas vieram para ficar e podem ter forte impacto em ajudar a enfrentar os enormes desafios do País na área social mesmo com esse mercado ainda em formação. A ONG Banco de Alimentos conseguiu abrir caminho de forma estruturada para obter o credenciamento em uma das corretoras mais importantes do mercado, com toda a transparência necessária. Desta forma, também reforçamos o caminho para que mais organizações da sociedade civil arrecadem cada vez mais doações de maneira diferente e inovadora, com base em novas tecnologias”, explica Torquetti.
Para ele, é importante ressaltar a abertura dessa nova frente de captação de recursos para financiar o Terceiro Setor. Especialmente as doações advindas do exterior, que seriam desburocratizadas e teriam menor custo de transação.
As doações via NFTs são mais uma opção para contribuir com causas que impactam na realidade de quem precisa. “Iniciativas como estas do Mercado Bitcoin são muito bem-vindas não só para trazer mais recursos, mas para aumentar a conscientização da sociedade para a causa do combate à fome, à medida que as pessoas sabem que, ao adquirirem um NFT de Impacto, contribuem para a causa”, ressalta o diretor-geral do Banco de Alimentos.
A ONG assiste hoje 60 entidades, que atendem mais de 25 mil pessoas. Em 2021, distribuiu 3 milhões de quilos de alimentos beneficiando mais de 680 mil pessoas. Com a crise e a pandemia as doações diminuíram, daí a importância de iniciativas como os NFTs de Impacto
Snoop Dogg tem item da coleção NFT de Impacto
Um dos nomes por trás dos NFTs de Impacto é o do músico Dada Yute, que em 2021 viu uma das suas criações serem compradas por um dos maiores cantores de rap dos Estados Unidos, Snoop Dogg.
Yute conta que viu seu NFT criado em uma “colab” para o lançamento da primeira Coleção CryptoRastas, sendo comprado pelo rapper. “Ele comprou o meu, o único brasileiro. E olha que tinha nomes de peso para Snoop Dogg escolher como, por exemplo, o lendário produtor de reggae Lee Pery e o jogador português Cédric. Isso é histórico.”
A partir daí muita coisa aconteceu na vida de Yute, incluindo o lançamento do primeiro clipe de reggae ilustrado com o NFT que retrata a sua figura, o Aquarela Luz, em parceria com os cantores Matuê e Rael com criação de colecionáveis digitais inspirados em sua obra.
Leilões NFT revertem ganhos para ativista ambiental
O Mercado Bitcoin, uma das maiores exchanges e plataformas de negociação cripto do Brasil e da América Latina, já fez duas rodadas de leilão de NFTs com os ganhos revertidos ao Projeto de Gestão e Vigilância Territorial do Povo Indígena Paiter Suruí, pioneiro na governança territorial com o objetivo de proteger, de forma autônoma, a comunidade Sete de Setembro, localizada entre os Estados de Rondônia e Mato Grosso. No total, mais de R$ 50 mil foram revertidos para o projeto.
Ações se multiplicam pelo mundo
Fora do País, as ações semelhantes se multiplicam. Em Miami (EUA), cidade amiga das criptomoedas, onde o prefeito já até recebeu salário em Bitcoin, o hospital Nicklaus Children’s Hospital Foundation foi uma das primeiras instituições de saúde do estado a aceitar doações em moedas digitais.
A medida vai ao encontro das políticas públicas do governo local, que quer incentivar o uso de criptoativos pela população. Ao aceitar moedas virtuais, o Nicklaus Children’s oferece aos investidores e doadores com carteiras de criptomoedas, a capacidade de apoiar a organização de maneira mais econômica. Isso ocorre porque na legislação dos Estados Unidos, o governo classifica as doações de ativos digitais como propriedade, o que significa que eles não estão sujeitos ao imposto sobre ganhos de capital e são dedutíveis de impostos nas declarações do Imposto de Renda do doador, além de terem um alcance maior para benfeitores em todo mundo.
Para doar, acesse:
Mercado Bitcoin: https://www.mercadobitcoin.com.br/nft
NFTs Hungry – https://campanhas.mercadobitcoin.com.br/hungry
NFTs Metaverso Chapadão – https://campanhas.mercadobitcoin.com.br/metaverso-chapadao
Banco de Alimentos: https://bancodealimentos.org.br

Montante representa alta de 38,6% na comparação anual; as receitas da rede de supermercados somaram R$ 5,2 bilhões entre abril e junho O Grupo Mateus registrou lucro líquido de R$ 264 milhões no segundo trimestre, alta de 38,6% na comparação anual. As receitas da rede de supermercados que atua no Norte e Nordeste somaram R$ 5,2 bilhões entre abril e junho, crescimento de 39,7% sobre o mesmo período de 2021.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 357,3 milhões no segundo trimestre, alta de 43,8% em um ano. A margem Ebitda ficou em 6,9%, melhora de 0,2 ponto percentual. Em critérios ajustados, o Ebitda foi de R$ 353,2 milhões e a margem Ebitda em 6,8%.
A companhia destaca que a melhora nos indicadores operacionais é resultado do plano de expansão da companhia, que contou com quatro inaugurações de novas lojas no segundo trimestre, além da maturação das lojas já existentes, com vendas mesmas lojas crescendo 16,7% em um ano.
As despesas do Grupo Mateus subiram 34,7% em um ano, a R$ 884,1 milhões, com impacto da expansão da empresa, assim como aumento de frete e combustíveis, além da forte inflação no período. O resultado financeiro foi negativo em R$ 32,6 milhões, ante despesas de R$ 13,3 milhões um ano antes.
Veja tudo sobre o balanço do Grupo Mateus e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia, no Valor Empresas 360
Loja do Grupo Mateus
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O Ministério da Economia enviou ofício reiterando a indicação do procurador-geral da Fazenda Nacional (PGFN) para o conselho de administração da companhia A Petrobras informou na noite desta quinta-feira (11) que recebeu ofício do Ministério da Economia reiterando a indicação do procurador-geral da Fazenda Nacional (PGFN) Ricardo Alencar para o conselho de administração da companhia.
A assembleia geral extraordinária que vai definir novos nomes para o colegiado da empresa acontece na próxima semana e o nome de Alencar vem causando controvérsia no mercado após ter sido considerado inelegível pelo Comitê de Elegibilidade (Celeg).
Na última semana, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) disse que “causa estranheza” o fato da União ter mantido as indicações de candidatos ao conselho de administração depois que os nomes foram considerados inelegíveis.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e a Associação Nacional dos Petroleiros Acionistas Minoritários da Petrobras (Anapetro) ingressaram com ação popular na Justiça Federal do Rio de Janeiro para tentar barrar a realização da assembleia.
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Leo Pinheiro/Valor

