Estudo investiga o impacto do Seguro-Desemprego para pescadores impedidos de exercer profissão As Nações Unidas no Brasil
Em “Dano Colateral”, Natalia Viana conta a história dos civis mortos pelas Forças Armadas na última década em GLOs (operações de garantia da lei e da ordem).
O caso com maior repercussão foi o assassinato do músico Evaldo dos Santos e do catador Luciano Macedo em 2019, pouco depois do fim da intervenção federal no Rio de Janeiro. Evaldo ia com a família para um chá de bebê e seu carro foi alvejado por mais de 60 tiros de fuzil.
A jornalista mostra que esse não foi um evento isolado: pelo menos 35 pessoas foram mortas em situações semelhantes. De acordo com ela, há um padrão de não investigar e não punir os militares envolvidos nessas ações.
Na conversa com Eduardo Sombini, a autora abordou as consequências do emprego das Forças Armadas na segurança pública e discutiu as origens da intensa participação dos militares na política brasileira nos últimos anos.
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Curso de Pescador/a – uma profissão cascalense Câmara Municipal de Cascais
Em “Menos Marx, mais Mises“, Camila Rocha, doutora em ciência política pela USP, narra como a direita envergonhada, que se dizia de centro depois da redemocratização para tentar se desvincular da imagem da ditadura, ficou para trás nos anos 2000.
Nessa época, uma rede descentralizada de organizações e militantes tomou forma no Brasil —a nova direita, que não tem nenhuma vergonha de levantar suas bandeiras.
A pesquisadora discutiu com Eduardo Sombini a evolução desse campo que, em sua avaliação, mescla radicalismo na defesa do livre mercado e conservadorismo moral, e falou sobre os vínculos entre a nova direita e o bolsonarismo.
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De que forma pessoas com ascendência africana passaram a se identificar como negras no Brasil depois da abolição e, com o passar das décadas, como negras com origem na diáspora forçada pela escravidão?
Esse é o fio condutor dos ensaios reunidos no livro “Modernidades Negras”, do professor da USP Antonio Sérgio Guimarães, convidado desta semana.
Na conversa com o repórter Eduardo Sombini, o sociólogo discutiu as origens da noção de democracia racial, objeto de críticas do movimento negro desde a ditadura.
Para Guimarães, o termo surgiu como uma utopia antirracista nas primeiras décadas do século 20, moldada em uma colaboração tensa entre negros, que buscavam se livrar dos estigmas da escravidão, e intelectuais brancos, que imaginavam um país com harmonia racial e um povo miscigenado.
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Ao usar aplicativos e redes sociais, as pessoas concordam em entregar dados pessoais, que permitem que os algoritmos conheçam, muitas vezes, seus hábitos e desejos melhor que eles mesmas.
Para Eugênio Bucci, professor titular da USP, essa é só uma parte da história. Em “A Superindústria do Imaginário“, o autor argumenta que o negócio das big techs, além da coleta de dados pessoais, é o extrativismo do olhar dos seus usuários.
Na conversa com Eduardo Sombini, Bucci tratou do novo tipo de valor gerado nesse processo e apropriado monopolisticamente pelos conglomerados globais de tecnologia e discutiu os riscos que a superindústria do imaginário cria para a democracia.
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