
Cenário é justificado pela situação na China, maior consumidor global desses produtos, e elevação dos preços do gás natural e do petróleo, na esteira da invasão da Ucrânia pela Rússia A Braskem vê com “bastante cautela” o comportamento dos spreads petroquímicos no mercado internacional no segundo semestre por causa da situação na China, maior consumidor global desses produtos, segundo o vice-presidente de Finanças, Suprimentos e Relações Institucionais da companhia, Pedro Freitas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

O índice Stoxx Europe 600 fechou em leve alta de 0,06%, o FTSE 100, índice de referência da bolsa de Londres, caiu 0,55%, o DAX, da bolsa de Frankfurt, recuou 0,05% e o CAC 40, de Paris, subiu 0,33% As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta quinta-feira (11), em meio a temores sobre a crise energética no continente. Porém, os temores sobre os preços da energia no bloco não conseguiram derrubar todos os índices e algumas bolsas receberam suporte do otimismo com os dados de inflação nos Estados Unidos.
O índice Stoxx Europe 600 fechou em leve alta de 0,06%, a 440,16 pontos. O FTSE 100, índice de referência da bolsa de Londres, caiu 0,55%, a 7.465,91 pontos, enquanto o DAX, da bolsa de Frankfurt, recuou 0,05%, a 13.694,51 pontos, e o CAC 40, de Paris, subiu 0,33%, a 6.544,67 pontos. Em Milão, o FTSE MIB fechou em alta de 0,69%, a 22.858,18 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, avançou 0,33%, a 8.380,00 pontos.
Os temores sobre a disparada dos preços do gás na Europa seguem enfraquecendo a confiança dos investidores, derrubando as ações em Londres e em Frankfurt. Hoje, a Agência Internacional de Energia (IEA) reportou que as ondas de calor no verão europeu estão elevando o consumo de energia em um período normalmente tranquilo para o consumo, por meio do uso elevado de elevadores e de unidades de ar condicionado.
A agência diz que os preços elevados e a oferta limitada de gás natural – pressionada depois que a Rússia reduziu suas exportações de energia para a região – estão pressionando as usinas de energia e as indústrias pesadas a buscarem o petróleo como fonte alternativa de combustível. Em meio a estes temores, a IEA disse revisou as suas projeções de crescimento da demanda por petróleo para cima, para 2,1 milhões de barris por dia em 2022.
Os dados de inflação nos EUA ajudaram a dar suporte ao otimismo nos mercados acionários globais, no entanto. O Departamento de Trabalho dos EUA (DoL) reportou hoje que o índice de preços ao produtor (PPI) de julho recuou 0,5% na relação mensal, enquanto o esperado era que o índice subisse 0,2%. Ontem, o índice de preços ao consumidor (CPI) indicou que a inflação ficou estável em julho, na comparação com o mês anterior, e recuou a 8,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado, desacelerando em relação à leitura de 9,1% de junho.
“Embora a inflação pareça estar se moderando nos EUA, depois dos números de hoje do PPI, recuando 0,5% na comparação mensal, seguindo na esteira dos dados mais fracos do CPI de ontem, a perspectiva de algo semelhante acontecendo na Europa parece mais difícil de enxergar, e, embora os mercados estejam amplamente se segurando aos ganhos, isso tem sido difícil”, disse Michael Hewson, analista do CMC Markets, em nota.
Ralph Orlowski/Bloomberg

Manifesto manifesta defesa às urnas eletrônicas e diz que ameaças à democracia são ‘intoleráveis’ Três professoras da Universidade de São Paulo (USP) e um jurista fizeram a leitura, nesta quinta-feira (11), da carta organizada por ex-alunos da Faculdade de Direito em defesa à democracia e ao sistema eleitoral brasileiro. O ato, no pátio da faculdade, sucedeu a leitura de outra carta, liderada pela Fiesp, feita momentos antes no salão nobre, onde discursos também ressaltaram a importância do regime democrático.
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A carta da USP lida nesta quinta é uma versão atualizada de texto elaborado em 1977 como forma de denunciar as violências da ditadura militar. A nova versão do documento foi lida pelas professoras Eunice Prudente, Maria Paula Dallari e Ana Elisa Bechara. Participou da leitura também Flavio Bierrenbach, ex-presidente do Superior Tribunal Militar e um dos juristas que subscreveu o documento de 1977.
“Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública”, diz o manifesto.
As cartas da USP e da Fiesp são uma resposta aos ataques reiterados feitos por Bolsonaro ao sistema eleitoral. Os textos não mencionam o nome do presidente, que procura desqualificar os documentos dizendo se tratar de manifestação partidária.
No manifesto da USP, os autores reiteram confiança nas urnas eletrônicas e afirmam que o atual momento é de “imenso perigo para a normalidade democrática”. “São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional”, afirma o texto.
A carta da Fiesp reuniu apoio de ao menos 107 entidades, entre elas a Febraban. A da USP, tornada público em julho, recebeu apoio de entidades e setores diversos da sociedade civil e empresarial. Até as 13h20 desta quinta, o site criado para receber adesões ao texto registava 954.618 assinaturas.

A agência reguladora disse que a prioridade é “a avaliação de todos os pedidos de registro de produtos para diagnóstico in vitro que possam ser utilizados como recurso para o enfrentamento da monkeypox” A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, nesta quinta-feira (11), o balanço dos pedidos de registro de produtos para o diagnóstico de varíola dos macacos. No total, foram cinco pedidos e todos já tiveram sua análise iniciada.
Segundo a agência, os dois primeiros produtos foram o Viasure Monkeypox Virus Real Time PCR Detection Kit, fabricado na Espanha pela empresa CerTest Biotec, e o Monkeypox Virus Nucleic Acid Detection Kit, fabricado na China pela empresa Shanghai BioGerm Medical Technology. Ambos são ensaios moleculares, passaram pela avaliação do corpo técnico da Anvisa e aguardam complementação de informações por parte das empresas solicitantes para continuidade da análise.
O terceiro produto, que teve o pedido de registro submetido no dia 8 de agosto, também é um ensaio molecular e corresponde ao Standard M10 MPX/OPX, que tem como fabricante legal a empresa nacional Eco Diagnóstica, mas que tem parte da sua produção ocorrendo em outro país. A análise técnica da documentação está em curso.
Os pedidos mais recentes deram entrada na quarta-feira (10). Um deles, o Monkeypox Virus Antigen Rapid Test, o primeiro pedido relacionado a teste rápido para detecção de antígeno, fabricado pela empresa chinesa Shanghai BioGerm Medical Technology, e o produto Kit Molecular Monkeypox (MPXV) Bio-Manguinhos, fabricado no Brasil pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos.
Em nota, a Anvisa destacou que a prioridade é “a avaliação de todos os pedidos de registro de produtos para diagnóstico in vitro que possam ser utilizados como recurso para o enfrentamento da monkeypox [varíola dos macacos, em inglês]”.
Sede da Anvisa em Brasília
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ao todo, 22 universidades no país programaram para hoje atos em favor da democracia A Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) promoveu na manhã de hoje o ato em prol da democracia, com participação de alunos, professores advogados e juristas. Durante o evento, houve gritos de “viva a democracia” e “ditadura nunca mais”. Ao todo, 22 universidades no país programaram para hoje atos em favor da democracia.
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A vice-diretora da Faculdade de Direito da UFMG, Mônica Sette Lopes, disse que o conhecimento só pode vir do concerto entre as mais diferentes posições. “Por isso os irmanamos ao movimento de hoje. Não há outra forma possível de viver em sociedade”, afirmou.
Durante o ato foram lidos três textos, uma carta da Faculdade de Direito, lida por Mônica; o manifesto da OAB pela democracia, lido pelo presidente da OAB-MG, Sérgio Leonardo; e a carta em defesa do Estado democrático de direito da USP, lida pela reitora da UFMG, Sandra Regina Goulart Almeida.
Na carta da Faculdade de Direito, a instituição afirma que apoia e confia no sistema eleitoral brasileiro e nos órgãos judiciais que comandam o sistema. A faculdade também afirmou que é preciso defender o trabalho realizado pelos magistrados em prol da soberania popular. “Não se pode tolerar projetos autoritários ou aventuras que procurem desestabilizar a democracia brasileira”, diz a carta. A faculdade defende ainda o rechaço a qualquer tentativa de ruptura institucional.
A reitora da UFMG disse que “a UFMG jamais se esquivará do seu compromisso com a democracia e a liberdade”. “A universidade jamais será cúmplice de tiranias”, afirmou Sandra.
Está prevista para o fim da tarde uma manifestação que deve sair da praça Afonso Arinos e caminhar até a Praça Sete, no centro de Belo Horizonte.
Faculdade de Direito da UFMG
Reprodução/Facebook

A medida de diminuição temporária das alíquotas de importação de resinas representa perda de rentabilidade da operação brasileira A Braskem pode reduzir os investimentos previstos para o Brasil ou a taxa de operação de suas unidades no país, caso a diminuição temporária das alíquotas de importação de resinas permaneça em vigor, disse hoje o vice-presidente de Finanças, Suprimentos e Relações Institucionais da petroquímica, Pedro Freitas.
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O VP financeiro afirmou que o banco demorou para entrar no mercado de mar aberto (a não correntistas) em cartões, e ele tem suas peculiaridades O vice-presidente financeiro do Banco do Brasil, Ricardo Forni, afirmou em teleconferência ao mercado na manhã desta quinta-feira que a inflação e a renda disponível impactam a inadimplência do mercado como um todo.
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Ele afirmou que o banco demorou para entrar no mercado de mar aberto (a não correntistas) em cartões, e ele tem suas peculiaridades. “Estamos atraindo clientes novos, com nova abordagem, e esse público tem perfil diferente, com inadimplência diferente. E a velocidade que a inadimplência veio evoluindo foi antecipada em relação às nossas expectativas”, afirmou o vice-presidente do BB.
Os modelos de crédito, ele afirmou, vêm sendo calibrados, com volumes de limites ajustados. “Há trabalho intenso de refinamento para manter qualidade da carteira”, disse o VP financeiro da instituição financeira.
Um pouco antes, o VP do BB afirmou que, no segundo semestre, o nível de provisões deve voltar “para o que tínhamos antes da pandemia, um pouco mais de R$ 5 bilhões”.
Margem financeira bruta
De acordo com Forni, o banco espera um crescimento da margem financeira bruta e, por isso, houve ajuste no guidance (projeção).
“Acredito que a gente atinja o ponto mais alto da margem financeira bruta no final do ano, quando tivermos todas as estratégias que estamos implementando”, afirmou o vice-presidente do BB.
Daniel Maria, diretor de finanças e RI do BB, disse que a margem financeira tenderá crescer acima da carteira de crédito.
Títulos perpétuos
Forni afirmou, durante a teleconferência, que o banco deve exercer o opção para recompra de um bônus perpétuo nos próximos meses. O assunto tem concentrado atenção dos analistas, em um momento de forte alta de juros, já que os bancos não são obrigados a fazer esse resgate, mas o movimento é visto como uma “cortesia” aos investidores, ainda mais no caso de um título perpétuo, que como o nome diz, não tem vencimento.
A depender da situação de capital, quando resgatam esses títulos, os bancos precisam fazer novas emissões, para não ficarem desenquadrados com as regras do Banco Central. Esta semana, o Itaú disse que provavelmente não deve exercer uma opção semelhante para um bônus seu este ano.
“Sobre o título perpétuo, estamos acompanhando a situação do mercado, as taxa de juros subiram rapidamente, estamos monitorando. Deve ser conforme o esperado, vamos exercer a opção de call e ver como o mercado vai estar em relação a novas emissões, offshore e onshore”, comentou. Ele ressaltou que o banco está muito bem equipado em termos de liquidez em dólares e também tem uma situação de capital confortável.
Durante a teleconferêcia, Maria comentou que o BB tem cerca de US$ 5,5 bilhões em bonds para os quais pode exercer opção de recompra em 2023 e 2024. “Tendemos a reduzir essa posição, esperamos ter menos bonds no mercado no futuro próximo”.
Plano Safra
O presidente do BB, Fausto Ribeiro, afirmou na teleconferência que, no primeiro mês do Plano Safra deste ano, o banco já ofertou R$ 27,4 bilhões em crédito, contra R$ 11 bilhões no ano anterior.
“Desde que nós assumimos, tenho batido forte que precisamos voltar a ser protagonistas em linhas estratégias, e o agro é a vocação há mais de 100 anos”, afirmou o presidente do BB.
De acordo com Ribeiro, o banco tem observado demanda forte no custeio do agro. “Temos observado dependência grande na cadeia de alguns países, e qualquer situação que possa gerar atraso na produção impacta o maquinário. O agro vai ganhar muita atração e força na questão do custeio”, destacou.
Ricardo Forni, vice-presidente financeiro do Banco do Brasil
divulgação

Escalada é o mais recente sinal da deterioração das relações entre banco e empresa japonesa, que já foi um de seus principais clientes O Credit Suisse intensificou a luta jurídica contra o SoftBank, com o atribulado banco suíço tentando recuperar, em nome de alguns de seus clientes mais ricos, centenas de milhões de dólares que foram concedidos como empréstimos por meio da Greensill Capital, a firma de financiamento já extinta.
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Neste Safra Weekly, falamos sobre o fim dos aumentos de juros no país, e sobre novos produtos estruturados pela Tesouraria do Safra O Copom elevou a Selic para 13,75% ao ano
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Como comentamos na semana passada, o Copom elevou a Selic para 13,75% ao ano, um ajuste de meio ponto percentual que já era esperado pelo mercado.
Em seu comunicado, o comitê não descartou a possibilidade de uma alta adicional na próxima reunião, ponderando que, tendo em vista o estágio avançado do ciclo de aperto, o eventual aumento seria de menor magnitude.
Para o Safra, a sinalização revela a intenção de interromper o ciclo de aperto monetário, ao mesmo tempo que condiciona esse fim à evolução do cenário até setembro.
Entre as diversas variáveis que podem pesar na decisão, estão em destaque o quadro fiscal e as novidades no front inflacionário, além da situação econômica internacional.
Considerando que a política monetária já está em patamar bastante restritivo, bem como a expectativa de mais uma deflação em agosto, o Safra atribui maior probabilidade de manutenção da taxa Selic em 13,75% até o final do ano.
O horizonte relevante seguirá avançando nos próximos meses, colocando cada vez menos importância para a projeção do IPCA de 2023, que está acima do centro da meta.
O cenário-base do Safra prevê atualmente que, no segundo trimestre do próximo ano, quando o horizonte relevante passará a ser composto integralmente pela projeção para a inflação de 2024, o Copom iniciará um ciclo de corte de juros.
De todo modo, a perspectiva de que os juros devem parar de subir, somada ao alívio da inflação no curto prazo, tem contribuído para o desempenho do mercado brasileiro.
Mas a decisão de buscar ganhos como os que temos observado nas últimas semanas deve ser tomada de maneira consciente, considerando a persistência de desafios relevantes no cenário, como a sustentabilidade das contas públicas e o ambiente global desfavorável.
Por isso, vale reforçar que os investidores podem buscar diversificação e melhor potencial de retorno a partir de produtos estruturados pela Tesouraria do Safra, que oferecem segurança contra eventuais movimentos negativos.
São diferentes COEs que garantem acesso a várias classes de ativos. Além dos produtos atrelados aos principais índices de ações do Brasil e dos Estados Unidos, a prateleira do Safra traz estratégias com foco no mercado de juros ou também no mercado cambial.
Ainda se destacam produtos que são confeccionados considerando oportunidades de cada momento, com exposição a empresas específicas.
É o caso dos novos COEs da família Inflation que estão associados às ações da Eletrobras e da Petz, e que passarão a estar disponíveis nos próximos dias.
O primeiro tem sua performance ligada à maior companhia do setor elétrico da América Latina, e, o segundo, à principal rede do país especializada no cuidado de animais. Nos dois casos, a rentabilidade mínima é a variação do IPCA no período do investimento. Fale com os nossos especialistas para conhecer mais informações.
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A decisão do presidente Yoon Suk Yeol contraria a promessa de seu antecessor de congelar a implantação do sistema desenvolvido pela empresa dos Estados Unidos, Lockheed Martin A Coreia do Sul disse que a operação de seu sistema de proteção via mísseis é algo “não negociável”, respondendo a questionamentos da China que é contra a utilização do sistema pelo país asiático.
A decisão do presidente Yoon Suk Yeol de continuar o desenvolvimento do escudo de proteção da Coreia do Sul contraria a promessa de seu antecessor de congelar a implantação do sistema desenvolvido pela empresa dos Estados Unidos, Lockheed Martin.
O governo de Yoon está acelerando os esforços para “normalizar” a operação do sistema a partir da base dos EUA na cidade de Seongju, no sul do país.
Em 2017, o governo do presidente Moon Jae-in interrompeu o desenvolvimento do sistema para resolver restrições comerciais que a China impôs ao país depois que o primeiro sistema de defesa foi entregue como parte dos esforços liderados pelos EUA para combater a expansão nuclear da Coreia do Norte.
A China agora pressiona o atual presidente a reafirmar a política do governo anterior de não permitir implantações adicionais do sistema.
Yoon prometeu terminar a implantação do sistema atual e instalar outra unidade mais próxima de Seul. A China se opõe ao escudo por preocupações de que seu poderoso radar permitiria espionar seus próprios sistemas de mísseis.
O escudo de proteção via mísseis é mais um sinal de Yoon para fortalecer os laços de segurança com os EUA e o Japão e adotar uma linha mais dura contra a China e a Coreia do Norte.
Apesar disso, o presidente da Coreia do Sul se recusou a receber a presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, durante o tour da política americana pela Ásia, que incluiu uma polêmica visita a Taiwan, que estremeceu a relação entre China e EUA.
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, reiterou o desejo de Pequim de manter o acordo firmado por Moon durante uma reunião com o seu equivalente sul-coreano, Park Jin, na terça-feira em Qingdao.
Yoon Suk Yeol
Paul White/AP

