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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Filhos do presidente compartilharam, em 2020, um vídeo que associava Jean a Adélio Bispo, autor da facada contra Bolsonaro durante
Desenvolvedores definiram últimos blocos que serão alvo de mineração na rede nas próximas semanas Uma atualização de software muito esperada
Com a suspensão do julgamento, o entendimento entre os ministros é de que o aliado do presidente Jair Bolsonaro não
Com a vitória, o grupo terá que construir 70 km do anel viário ao redor da região metropolitana da capital
O lucro do banco na primeira metade do ano foi de R$ 701,34 milhões, com queda anual de 1,3% A
Circularidade e reciclagem de materiais são parte das soluções para os desafios ambientais globais e a colaboração entre atores da
Empresa disse a comerciantes que cobrará 3% do preço de compra a cada vez que o consumidor usar o novo
Análise de dois milhões de vagas de empregos aponta as capacidade de persuasão e negociação como as mais demandadas pelas
Atriz estava em coma após ter sofrido um grave acidente de carro em 5 de agosto A atriz americana Anne


Filhos do presidente compartilharam, em 2020, um vídeo que associava Jean a Adélio Bispo, autor da facada contra Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018 A Justiça do Rio de Janeiro condenou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), filhos do presidente Jair Bolsonaro (PL), a pagar R$ 20 mil cada por danos morais ao ex-deputado Jean Wyllys (Psol). Os parlamentares compartilharam, em 2020, um vídeo que associava Jean a Adélio Bispo, autor da facada contra Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018. A decisão é de 1ª instância e cabe recurso.

Na decisão, o juiz também determina a exclusão do conteúdo e a publicação da decisão nas mesmas redes sociais utilizadas para atacar o ex-parlamentar.

“As declarações dos réus veiculadas em suas redes sociais, que certamente são capazes de atingir um número incalculável de pessoas, exorbitaram o limite de mera opinião pessoal, sendo capazes de ferir a honra, e, até mesmo, colocar em risco a segurança do Autor”, afirma o juiz Juarez Fernandes Cardozo, do 5º Juizado Especial Cível.

O magistrado ressalta ainda que a Polícia Federal concluiu em dois inquéritos que Adélio agiu sozinho e sem mandantes no atentado contra o presidente, ocorrido na campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG).

Em sua defesa, Carlos e Eduardo Bolsonaro argumentaram que têm imunidade parlamentar e que apenas reproduziram e opinaram sobre o fato, não tendo cometido qualquer ato ilícito, segundo eles. O argumento, no entanto, foi rebatido pelo juiz.

“A liberdade de expressão política dos parlamentares, ainda que vigorosa, deve se manter nos limites da civilidade, eis que ninguém pode se escudar na inviolabilidade parlamentar para, sem vinculação com a função, agredir a dignidade alheia ou difundir discursos de ódio, violência e discriminação”, diz a decisão de 4 de agosto.

Em julho, a Justiça do Rio já havia condenado o blogueiro Oswaldo Eustáquio e o militante bolsonarista Luciano Carvalho de Sá a indenizar Jean Wyllys por associação entre o ex-deputado e Adélio Bispo. Foram eles que durante uma live, em abril de 2020, disseram que Wyllys era o “elo” da Câmara Federal com Bispo.
Eduardo Bolsonaro
Danilo Borges/Câmara dos Deputados


Desenvolvedores definiram últimos blocos que serão alvo de mineração na rede nas próximas semanas Uma atualização de software muito esperada da blockchain do Ethereum, conhecida no mundo cripto como “Merge”, deve acontecer por volta de 15 de setembro, de acordo com o cofundador da rede Vitalik Buterin.
A “Merge” representa uma transição na forma como os tokens ether são cunhados e as transações são validadas, fora dos blocos de mineração que usam quebra-cabeças computacionais complexos sob o método de PoW (proof-of-work) e em direção à PoS (proof-of-stake). Sob o método PoS, os detentores de ether podem se inscrever para validar as transações no Ethereum com base em estoques de tokens bloqueados para essa função.
Após um estágio final de teste do Merge conhecido como Goerli no início desta semana, Buterin disse que a versão de PoW do Ethereum agora tem apenas um “número fixo” aproximado de slots de mineração. Isso significa que os desenvolvedores podem ter mais certeza sobre quando a atualização oficial da rede pode começar.
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Uma previsão anterior estabeleceu uma data entre 15 de setembro e 20 de setembro. Há uma outra conferência entre os desenvolvedores do Ethereum na próxima semana para resolver quaisquer problemas de última hora para a “Merge”, na qual uma data definitiva será acordada.
Os tokens desenvolvidos por outras equipes para ganhar com a “Merge” dispararam no último mês, à medida que a atualização se aproximava. O ether saltou 80% no mesmo período.
O ether subia 2% para US$ 1.922,77 perto das 16h15 (horário de Brasília). A segunda maior criptomoeda em valor de mercado depois do bitcoin atingiu um recorde de cerca de US$ 4.860 em novembro.


Com a suspensão do julgamento, o entendimento entre os ministros é de que o aliado do presidente Jair Bolsonaro não poderá se candidatar ao governo de Rondônia Um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), interrompeu a sessão virtual que definiria a elegibilidade ou não do ex-senador Ivo Cassol (PP), condenado pela Corte em 2013 por fraude à licitação.
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Com a vitória, o grupo terá que construir 70 km do anel viário ao redor da região metropolitana da capital mineira, hoje inexistente O grupo italiano INC venceu o leilão da Parceria Público Privada (PPP) do Rodoanel da região metropolitana de Belo Horizonte. A empresa fez uma oferta de 12,14% de desconto sobre as contraprestações que serão pagas pelo Estado, no valor de R$ 91,144 milhões.

A companhia disputou o ativo com o Consórcio Novos Caminhos BH, do grupo China Railway Construction Corporation (CRCC), que fez uma proposta de R$ 93,156 milhões, desconto de 10,2%.

O grupo italiano INC, empresa controlada pela família Dogliani, faz sua estreia no mercado brasileiro. A companhia, que atua no setor de engenharia, também opera concessões rodoviárias na Europa.

Com a vitória, o grupo terá que construir 70 km do anel viário ao redor da região metropolitana da capital mineira, hoje inexistente. Ao todo, estão previstos investimentos de R$ 4,1 bilhões para a obra, contabilizando a obra e as desapropriações necessárias. Os demais 30 km necessários para concluir o projeto do Rodoanel poderão ser inseridos ao longo do contrato, mediante reequilíbrio econômico-financeiro.

Além do pagamento das contrapartidas, a PPP prevê um aporte público de cerca de R$ 2,4 bilhões para a realização da obra — os recursos virão do acordo firmado entre o Estado e a Vale, pelos danos causados na tragédia de Brumadinho.

Pixabay


O lucro do banco na primeira metade do ano foi de R$ 701,34 milhões, com queda anual de 1,3% A inadimplência na operação de microcrédito do Banco do Nordeste (BNB), que representa quase 70% desse mercado no Brasil, disparou. O balanço do banco no primeiro semestre mostra que o índice de calotes subiu para 3,7%, de 2,0% no mesmo período do ano passado. O lucro do banco na primeira metade do ano foi de R$ 701,34 milhões, com queda anual de 1,3%.

Segundo o BNB, a piora no indicador de risco de crédito é, preponderantemente, resultante dos efeitos macroeconômicos da pandemia, sobretudo aqueles que implicaram as carteiras de crédito destinadas ao segmento de Micro e Pequena Empresa (MPE) e Microfinanças. “Salienta-se, todavia, que o BNB constituiu provisão de crédito adicional através de constituição de PCLD (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) em função da elevação do estoque de operações classificadas como ativo problemático, a fim de mitigar riscos provenientes de possíveis perdas”.

Essa provisão adicional foi de R$ 242,7 milhões. Ainda assim, o índice de cobertura do banco despencou para 206,9%, de 336,7%. A carteira do banco teve queda anual de 9,8%, a R$ 14,031 bilhões. O microcrédito tem um portfólio de R$ 6,3 bilhões.

O Valor mostrou no início deste mês que o microcrédito cresceu na pandemia, mas que o aumento da inadimplência era um fator de preocupação.

Em entrevista ao Valor, o presidente do BNB, José Gomes da Costa, afirmou que o aumento da inadimplência se deu especialmente no microcrédito, enquanto no restante da carteira comercial ficou em linha com os padrões históricos. “Na pandemia o que a gente fez? Deu prorrogações de alguns meses nos pagamentos para os clientes, e a inadimplência inicialmente ficou sob controle. Aí a gente continuou estimulando o crescimento da carteira, e agora estamos sentindo um pouco uma ligeira elevação da inadimplência”.

Segundo ele, essa taxa de 3,7% não é inferior aos picos observados em outras crises e o banco já adotou medidas para controlar a deterioração da qualidade dos ativos. Ele diz que no fim de manhã e junho o indicador já começou a recuar e a originação de crédito voltou a ganhar força. “Agora começamos a ter uma retomada do crescimetno das aplicações, que desaceleraram para fazermos um reajuste nessa inadimplência. Por isso tivemos um resultado não tão pujante. Se não fosse a provisão adicional que fizemos, teríamos um lucro no semestre de mais de R$ 900 milhões”.

Gomes afirma que, além de ter restringido o crédito, o BNB está reformulando seu modelo de cobrança no Crediamigo, criando uma carreira específica para isso dentro do programa de microcrédito. “Temos feito feirões, adotados diversas medidas e a inadimplência já está em queda”, garante.

Outro fator que afetou o resultado foi a queda na taxa que o banco recebe pela administração do Fundo do Nordeste (FNE). Pela Lei 13.682, essa taxa vem caindo gradualmente, saindo de 3% em 2018 para 1,8% este ano e terminando em 1,5% em 2023. O BNB alega que o resultado do primeiro semestre também foi afetado pelo aumento de contingências jurídicas. “Temos litígios com empresas, entes públicos e também questões trabalhistas, então tivemos de fazer uma provisão maior agora”, diz o presidente.

Apesar de todos esses fatores, Gomes afirma que o segundo semestre será melhor. Ele explica que o banco tem reforçado sua estratégia de acordos extrajudiciais, o que pode ajudar a reduzir essas provisões legais. Ele também espera um volume grande de renegociações no âmbito da Lei 14.166, que vai até o fim deste ano e permite descontros extraordinários em operações com os fundos constitucionais. Como essas operações está 100% provisionadas, ao serem renegociadas pode haver uma reversão dessas reservas.

Com esses fatores e a retomada do crescimento da carteira, o presidente espera um segundo semestre muito melhor e diz que o lucro neste ano pode ficar perto de R$ 1,8 bilhão, o que seria um recorde histórico. Com 41 anos de banco, Gomes assumiu o comando interinamente em janeiro, em uma indicação avalizada por Valdemar Costa Neto, presidente do PL, partido de Jair Bolsonaro.

Em setembro do ano passado, Costa Neto gravou um vídeo cobrando, publicamente, a demissão do então presidente do BNB, Romildo Carneiro Rolim, afirmando que o programa de microcrédito do banco era administrado por uma ONG ligada ao PT que recebia R$ 600 milhões por ano. Três dias depois, a demissão de Rolim foi comunicada em fato relevante publicado pelo banco. De setembro até janeiro a presidência interina do banco foi ocupada pelo diretor de negócios, Anderson Aorivan Possa.

“Não podemos ter uma ONG contratada num banco como o BNB”, criticou Costa Neto no vídeo divulgado em 27 de setembro. O ataque foi direcionado ao Instituto Nordeste Cidadania (Inec), uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), responsável, desde 2003, mediante termos de parceria, pela gestão do Crediamigo. A entidade não tem nenhuma ligação com o PT, mas de fato recebeu R$ 608,5 milhões do BNB no ano passado pelos serviços.

Em junho, o BNB informou que o Inec foi substituído pela Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (Camed). Segundo o banco, a transição está sendo feita de forma tranquila, sem afetar os clientes. Gomes não revela o valor do contrato com a Camed, mas diz que é inferior ao que era pago ao Inec e que ter a operação “dentro de casa” dá mais segurança ao banco. O BNB não tem o controle acionário direto da Camed, mas como é patrocinador do plano de saúde dos funcionários, na prática comanda toda a governança da entidade, indicando a diretoria e a maioria dos membros do conselho de administração.

“A ‘inteligência’ do programa de microcrédito sempre foi do banco, mas o controle do programa era de um terceirizado. Agora temos a Camed, que além de ser mais barata, traz mais segurança. Tentamos fazer uma licitação para encontrar outro parceiro, mas nenhum dos inscritos cumpriu os requisitos, então a solução que encontramos foi trazer a Camed”, explica.

Com quatro décadas de experiência na rede de agências, Gomes quer acelerar os trâmites na liberação de crédito, reduzindo o tempo e a burocracia, que ainda são grandes críticas dos clientes. Ele diz que o banco está testando um modelo de usar a metodologia do Crediamigo em outras operações comerciais fora do microcrédito, o que poderia reduzir o tempo de liberação de uma operação de capital de giro, por exemplo, de 45 a 60 dias para cerca de 10 a 15 dias.

Isso está sendo testado para empresas com faturamento de até R$ 360 mil, por enquanto em 18 agências. A ideia é chegar a 50% das agências nesse modelo até o fim do ano e 70% no ano que vem. Além de agilizar o processo para o tomador, isso deve reduzir a carga de trabalho dos gerentes, que assim poderiam focar em empresas de maior porte e na captação de novos clientes.
José Gomes da Costa, presidente do BNB
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Circularidade e reciclagem de materiais são parte das soluções para os desafios ambientais globais e a colaboração entre atores da cadeia de valor pode fortalecer os esforços para alcançar objetivos em comum e inspirar colaboradores, sociedade e empresas Time Dow México no Reciclatón 2020
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A primeira conferência das Nações Unidas sobre meio ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia, colocou a pauta ambiental na agenda política internacional. Ali, onde líderes de 113 países se reuniram, foram lançados conceitos e princípios importantes para o mundo, que perduram até hoje. Entre eles, a de que é preciso proteger o meio ambiente para as gerações futuras.
Hoje, passadas cinco décadas desde aquele histórico encontro, o planeta enfrenta três principais crises globais, que são a mudança do clima, a poluição de resíduos e a perda da biodiversidade. O mundo ainda está na busca por soluções para promover um desenvolvimento sustentável justo, harmônico e participativo, que promova o bem-estar humano. E os consumidores também estão cada vez mais conscientes dessa necessidade, refletindo essa preocupação em suas decisões de compra.
Segundo o estudo “10 Principais Tendências Globais de Consumo 2022”, da Euromonitor International, “o ativismo verde e os estilos de vida baseados em baixa emissão de carbono vieram para ficar. Os consumidores esperam que as marcas se posicionem”. Do lado das empresas, estas “estão ajustando seus portfólios para atender à demanda dos consumidores por produtos com menor pegada planetária e ecológica”, afirma o documento.
Pessoas e informação criam uma visão voltada à circularidade
Apostando na educação como instrumento de transformação para acelerar impactos positivos, a Dow foi a apoiadora pioneira na criação do Movimento Circular, plataforma de educação e informação sobre economia circular coordenada pela Atina Educação, como explica Laura Nagle Detomini, líder de Comunicação para os Negócios de Embalagens e Plásticos Especiais da Dow na América Latina. Tendo como público-alvo principal professores e estudantes, define como ambição a construção de um “mundo sem lixo”, ou seja, um planeta em que o resíduo seja eliminado porque os recursos que já foram tirados da natureza são continuamente reaproveitados, reciclados ou reutilizados.
“Os desafios para tornar a circularidade uma realidade dependem de muitos fatores, entre eles a infraestrutura, as políticas públicas, os compromissos das indústrias e, claro, a educação dos consumidores. O Movimento Circular vem justamente para apoiar o pilar da educação.”, afirma Nagle Detomini. “A parceria com a Atina tem muito valor para a Dow, pois é a ferramenta por meio da qual realizamos nossa intenção de promover educação em circularidade. Estabelecemos parcerias pensando nas nossas ambições, nos negócios que almejamos construir e no mundo que queremos. As parcerias são uma das formas de imaginar além e viabilizar projetos”, completa.
Maurício Alvarado no Reciclatón 2020
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Para Vinicius Saraceni, CEO da Atina Educação, “é preciso unir esforços em uma visão de longo prazo, investindo na educação de pessoas e na mudança de mentalidade sobre a circularidade e mobilizar cada vez mais atores e parceiros a fazerem parte da construção de um mundo sem lixo”. “Contamos com o engajamento dos nossos parceiros para alcançar essa visão de longo prazo. Para isso, é necessário que os parceiros atuem internamente, junto a seus processos e produtos, quanto externamente, em sua relação com colaboradores, consumidores e toda a comunidade que os cerca”, diz.
Outro exemplo de parceria para criar uma cultura de circularidade e reciclagem de materiais acontece no México, com o apoio à Reciclatón, uma campanha nacional feita em parceria com a Fundación Teletón, em prol de crianças que precisam de cuidados especiais. Nessa ação, as pessoas são convidadas a fazer o descarte de resíduos sólidos em pontos de coleta distribuídos em vários pontos do país. O material é então pesado e vendido em benefício e suporte à operação do Teletón. A edição de 2021 do Reciclatón coletou mais de 208 toneladas de resíduos sólidos, envolvendo mais de 34 mil pessoas.
“Sustentabilidade e inclusão são dois pilares essenciais do DNA da nossa companhia, que se manifestaram na Reciclatón. Valorizamos nossa relação com a Fundación Teletón e sempre estamos explorando novas possibilidades”, afirma Mauricio Alvarado, líder de Cidadania Corporativa da Dow para América Latina.
Promover a circularidade e a reciclagem de materiais faz parte de metas que a Dow estabeleceu para os próximos anos porque são parte da solução para os desafios ambientais globais. Por isso, atua para que um milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030; que, até 2035, 100% dos produtos da empresa vendidos para aplicações de embalagens sejam reutilizáveis ou recicláveis; e para tornar a companhia carbono neutro até 2050.
Tendo como parceiros os diversos atores da sua cadeia, a Dow espera ampliar os resultados e inspirar seus colaboradores, a sociedade e outras empresas, multiplicando e ampliando a capacidade para enfrentar as urgentes por meio da geração de impactos positivos em ampla escala.


Empresa disse a comerciantes que cobrará 3% do preço de compra a cada vez que o consumidor usar o novo programa, mas o valor surpreendeu as maiores varejistas do país A Mastercard está enfrentando resistência dos clientes varejistas sobre um novo produto que permite que os consumidores parcelem suas compras.
A gigante de pagamentos disse aos comerciantes e seus bancos que cobrará 3% do preço de compra a cada vez que um comprador usar o novo programa, segundo pessoas a par do assunto. Os comerciantes serão, automaticamente, inscritos no novo serviço de parcelamento da Mastercard, embora haja a possibilidade de recusa.
O valor surpreendeu alguns dos maiores varejistas americanos, muitos dos quais já fecharam acordos com emissores de cartões de crédito e provedores de compra parcelada que podem impedi-los de oferecer serviços de concorrentes a seus clientes. Outros, no entanto, estão adotando o novo serviço, uma vez que o custo de 3%, ainda que maior que qualquer taxa normal da Mastercard para crédito, é menor que a taxa cobrada pela maioria dos fornecedores autônomos de parcelamento.
“A promessa do BNPL será cumprida totalmente quando todos se beneficiarem – credores, comerciantes e, em última instância, o consumidor”, disse Chiro Aikat, vice-presidente executivo de produtos e engenharia da Purchase de Mastercard, com sede em Nova York, em comunicado via e-mail.
“Quando criamos nosso programa no ano passado, fomos decidimos possibilitar outra forma de pagamento funcional e transparente, com os mesmos níveis de confiança e segurança que se espera da Mastercard”, acrescentou.
O conflito é o capítulo mais recente do drama de longa data entre varejistas e a Mastercard e a Visa, sua rival. Os varejistas têm falado cada vez mais sobre o custo de aceitar pagamentos eletrônicos, com as taxas de processamento subindo para US$ 137,8 bilhões somente no ano passado, de acordo com a publicação The Nilson Report.

Mark Lennihan/AP
Afterpay, Klarna
A Mastercard estreou o programa de parcelamento no ano passado como parte da resposta das redes ao aumento do interesse dos consumidores em dividir o custo de suas compras. A medida ocorreu depois que empresas de tecnologia financeira focadas no espaço do “compre agora, pague depois” – como a Afterpay e a Klarna – já haviam abocanhado até US$ 10 bilhões da receita anual dos bancos, de acordo com a McKinsey.
No momento em que estava prestes a anunciar o novo serviço, a Mastercard já havia feito parceria com credores, incluindo o provedor de cartões de loja Synchrony Financial e a unidade de cartões da Barclays para desenvolver o novo produto. A ideia era que esses credores e outros, juntamente com fintechs novatas e empresas que oferecem carteiras digitais, pudessem aprovar empréstimos parcelados para os consumidores antes de uma compra ou oferecer a opção no checkout.
Em poucos meses, a Mastercard anunciou que varejistas como Walgreens Boots, American Airlines e Bass Pro Shops concordaram em trabalhar com a rede no lançamento do novo serviço. Em junho, a gigante da tecnologia Apple anunciou que usaria a Mastercard para seu novo produto de parcelamento.
“Ao usar a rede Mastercard, o Apple Pay Later funciona apenas com o Apple Pay e não requer integração para vendedores”, diz a Apple em seu site.


Análise de dois milhões de vagas de empregos aponta as capacidade de persuasão e negociação como as mais demandadas pelas empresas; veja o ranking completo Uma pesquisa realizada pela plataforma de inteligência Cortex apontou quais são as habilidades mais procuradas pelas empresas em seus funcionários. Obtido com exclusividade pelo Valor, o estudo analisou cerca de dois milhões de oportunidades disponíveis em portais de vagas de emprego do Brasil. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Atriz estava em coma após ter sofrido um grave acidente de carro em 5 de agosto A atriz americana Anne Heche morreu nesta sexta-feira (12) aos 53 anos. Ela estava em coma após ter sofrido um grave acidente de carro em 5 de agosto, uma semana atrás. A artista teve morte cerebral e os aparelhos foram desligados.
Familiares disseram ao jornal Daily Mail que ela seria retirada do suporte de vida após a determinação se algum de seus órgãos poderá ser doado, o que era vontade da artista. Heche foi hospitalizada no Grossman Burn Center do hospital West Hills, após sofrer uma grave lesão por anóxia cerebral.
Em 5 de agosto, a atriz dirigia em alta velocidade, em Los Angeles, quando perdeu o controle e se chocou com uma casa, provocando um incêndio no local. Em um comunicado enviado ao site People na noite desta quinta (11), um representante de Heche e de sua família agradeceu todo apoio e suporte.
“Anne tinha um coração enorme e tocou a todos que conheceu com seu espírito generoso. Mais do que seu talento extraordinário, ela viu espalhar bondade e alegria como o trabalho de sua vida -especialmente mover a agulha para a aceitação de quem você ama. Ela será lembrada por sua corajosa honestidade e muita falta por sua luz”, completa o texto.

Chris Pizzello/Chris Pizzello/Invision/AP
Também na noite de quinta, fontes do Departamento de Polícia de Los Angeles disseram ao TMZ que os resultados dos exames de sangue da atriz apontaram que ela estava sob efeito de cocaína e fentanil quando sofreu o acidente.
Conhecida por filmes como “Seis Dias e Sete Noites” (1998) e “Volcano” (1997), a história de Heche inclui uma infância difícil, tendo sido abusada sexualmente pelo pai, e um relacionamento que virou sensação no final dos anos 1990, com a apresentadora Ellen DeGeneres, 64.
Nascida em Ohio, a artista era a caçula de quatro irmãos. Ela começou a trabalhar quando tinha 12 anos, para ajudar a família. Em 2001, falou no programa de Larry King, da CNN, sobre os abusos sofridos na infância pelo pai
Em sua autobiografia, chamada Call Me Crazy, Heche diz que esteve mentalmente doente na sua juventude por conta do abuso sofrido pelo pai, que morreu de Aids em 1983. Ela alegou também ter tido contato com formas de vida extraterrestre, além de ter “alter-ego”, chamado Celestia.
Segundo o colunista da Folha de S.Paulo Tony Goes, Hollywood achou que Anne tinha todas as qualidades para ser uma protagonista. A partir de 1997, ela começou a acumular participações em projetos de prestígio: o policial “Donnie Brasco”, ao lado de Al Pacino e Johnny Depp; o filme-catástrofe “Volcano”; a comédia política “Mera Coincidência”, com Robert De Niro e Dustin Hoffman; o terror “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”; o remake de “Psicose”, em que fazia o papel da mulher assassinada no chuveiro.
A atriz estava no elenco de algumas obras que iriam ser lançadas em breve, como “Supercell”, “Chasing”, “Nightmares” e “Wake”. Ela deixa dois filhos Atlas, 13, do relacionamento com James Tupper, e Romer, de 20 anos.
A atriz também teve um relacionamento com a apresentadora Ellen DeGeneres. As duas namoraram por três anos, de 1997 a 2000, e, um dia após o anúncio do término, ela foi hospitalizada após bater na casa de um estranho, aparentando estar desorientada e falando coisas sem sentido.