
A escalada na taxa Selic desde 2021 fez disparar as despesas financeiras do varejo e piorou consideravelmente o resultado financeiro líquido das varejistas A escalada na taxa Selic desde 2021 fez disparar as despesas financeiras do varejo e piorou consideravelmente o resultado financeiro líquido da Americanas, Magazine Luiza e Via (Casas Bahia e Ponto) no segundo trimestre. Isso afetou o braço financeiro dos negócios, num cenário já de vendas em desaceleração, em comparação ao ritmo dos últimos dois anos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Para a empresa, esse bom momento se deve à retomada da produção automotiva e ao poder de negociação após a fusão com a Unidas A Localiza pretende acelerar a renovação de sua frota de veículos nos próximos meses, considerando a retomada da produção automotiva e o poder de negociação fruto da fusão com a Unidas, concretizada em 1º de julho.
“Vamos começar a renovar a frota em momento mais favorável, com maior oferta de carros, mix mais favorável e uma dinâmica competitiva na venda direta sendo reduzida por concorrentes”, disse nesta sexta-feira (12) Rodrigo Sousa, diretor financeiro da Localiza em teleconferência com analistas sobre o balanço da Localiza e da Unidas no segundo trimestre.
Até junho, a companhia informou ter adquirido veículos mais premium e que segue aumentando o mix de carros de entrada, mais populares, nos próximos meses. “Isso vai reduzir o Capex [investimento] e permite que a empresa banque um crescimento de frota com geração de caixa mais relevante”, disse Nora Lanari, diretora de relações com investidores da Localiza.
Embora o mercado de seminovos “seja um pouco mais desafiador” no segundo semestre, segundo Sousa, a redução de custos com lojas, por conta da fusão com a Unidas, deve trazer um equilíbrio neste segmento.
Em locação, Nora destacou que a companhia tem visto “uma demanda robusta, com fila de espera em alguns segmentos”. Com a fusão, a Localiza disse que tem uma necessidade menor do que os concorrentes em aplicar aumento de tarifas nos próximos meses.
A companhia também ressaltou o potencial de terceirização de frotas para a empresa combinada. “Pequenas e médias empresas têm 2,3 milhões de carros potenciais e só 0,5% em terceirização ou assinatura”, disse Bruno Lasansky, CEO da Localiza.
Em abril, a Localiza adquiriu 64,6% da Voll Soluções em Mobilidade Corporativa, plataforma digital de mobilidade corporativa, incluindo viagens e gestão de despesas, por meio de sua subsidiária de gestão de frotas, a Localiza Fleet. O valor da transação não foi divulgado.
Segundo Lasansky a locação de veículos para motoristas de aplicativos, hoje com 600 mil clientes, também “tem bastante espaço de crescimento”.
Veja tudo sobre o balanço da Localiza e da Unidas e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre as companhias, no Valor Empresas 360
Sede da Localiza
Divulgação/Localiza

Segundo o presidente da companhia, Fábio Barbosa, a tendência é de melhora nas vendas no curto prazo, mas com margens ainda pressionadas pelo ambiente macroeconômico A geração de caixa vai ser a prioridade da Natura &Co, disse nesta sexta-feira (12) o presidente da companhia, Fábio Barbosa, em sua primeira teleconferência de resultados à frente da companhia. Ele assumiu o cargo em junho, em substituição a Roberto Marques. De acordo com o executivo, o curto prazo ainda será desafiador para a empresa, com tendência de melhora nas vendas, mas margens ainda pressionadas pelo ambiente macroeconômico.
Com uma operação grande desde a chegada da Avon, a companhia vem tentando lidar com seu tamanho maior enquanto precisa enfrentar um ambiente macroeconômico desfavorável, que reflete as consequências da pandemia e de uma guerra entre Rússia e Ucrânia que ainda não tem indicação de acabar.
Leia mais: Natura &Co reverte lucro e registra prejuízo de R$ 766 milhões no 2º tri
De acordo com o executivo, diante desse cenário, o objetivo é fazer a holding ser mais enxuta e buscando as sinergias das operações enquanto cada divisão irá operar com mais autonomia. Tanto Barbosa, quanto o diretor financeiro, Guilherme Castellan, reforçaram a geração de caixa e a melhora das margens como prioridades e destacaram que a empresa vem buscando controles de despesas e melhora no capital de giro.
Barbosa repetiu o que havia antecipado no relatório de resultados da companhia: “Mapeamos uma série de economias na holding. Se elas tivessem sido implementadas no ano passado, o impacto teria sido uma redução anualizada de pelo menos 40% nas despesas corporativas recorrentes.” A expectativa da Natura &Co é que o trabalho do comitê de transição do comando seja encerrado até o fim do ano.
Durante a teleconferência, as respostas ficaram com Castellan e João Paulo Ferreira, vice-presidente da Natura &Co Latam. Barbosa só falou na abertura e na mensagem de encerramento.
O diretor financeiro reforçou que o ambiente inflacionário ainda se reflete nos preços das commodities, que não devem melhorar no curto prazo. Ele observou que esse ambiente afetou significativamente a margem bruta da empresa e que ainda manteve os inventários da companhia em níveis elevados.
No entanto, o diretor sinalizou que algumas melhoras podem ser esperadas, especialmente no trabalho desse inventário que começa a melhorar. “Vamos continuar buscando melhoria no nível de inventários”, argumentou.
“Historicamente a companhia tem um forte consumo de caixa na primeira metade do ano e uma forte geração no segundo semestre”, acrescentou, destacando, também, que as margens também refletem essa sazonalidade.
Preços
Com um ambiente inflacionário ainda encarecendo as commodities, as cadeias de suprimentos pressionadas e custos de energia ainda elevados, a Natura &Co Latam, divisão que opera as marcas Avon e Natura no Brasil e demais países latino americanos, vai continuar a subir seus preços, segundo Ferreira.
“Aqui na América Latina a indústria inteira tem repassado preços, e nós também. Como, evidentemente, nossa primeira prioridade é proteger a saúde do negócio e nossas margens, já aumentamos preços e continuaremos aumentando preços nos distintos países”, disse o executivo.
A receita líquida da divisão cresceu 0,4% em reais e 5,6% em moeda constante, para R$ 5,5 bilhões, impulsionada pelo crescimento de dois dígitos da marca Natura, parcialmente compensado pela queda da marca Avon. A margem Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustada ficou estável, em 10,8%.
Nas operações internacionais de Avon, The Body Shop e Aesop, a empresa diz que tem buscado repassar também a inflação para os preços. “Dependendo da nossa posição e do mercado tomamos decisões diferentes, com olho grande nos estoques que temos”, ponderou Castellan.
Ele observa que a Avon Internacional e Aesop aumentaram preço, enquanto a The Body Shop foi mais “conservadora” em preço na maioria dos países, dado o maior nível de estoques. “Então está operando mais na gestão de descontos”, afirmou, argumentando que os estoques estão melhorando e isso deve começar a refletir em preços.
Holding pesada
Uma Natura &Co mais enxuta não vai significar mudanças nas marcas da empresa, afirmou Barbosa, em entrevista coletiva. Os efeitos desses ajustes deverão ser sentidos completamente ao fim do quarto trimestre, segundo o executivo.
Hoje a estrutura da companhia divide-se em Natura &Co Latam, que reúne as operações de Natura e Avon no mercado latino-americano, Avon Internacional, The Body Shop e Aesop.
Questionado sobre possíveis operações de separação de alguns negócios, Barbosa destacou que a perspectiva de enxugar as operações refere-se à holding.
“O que é mais enxuta é a holding, não a empresa. Não estamos falando em nenhuma decisão em relação às empresas. Estávamos vendo que a holding estava ficando pesada”, disse o executivo.
Nesse processo, a direção buscou passar pessoas da holding para as áreas de negócios de cada unidade, mas também fez cortes de posições que identificou como “redundâncias”. “Houve redundância de pessoas que estão sendo desmobilizadas. O objetivo maior era desburocratizar para as pessoas tomarem as melhores decisões”, disse, reiterando que se essas economias tivessem sido feitas em 2021, haveria uma redução de pelo menos 40% nas despesas.
O executivo reiterou que o foco é a geração de caixa, que tende a ser mais favorecida no segundo semestre pela sazonalidade, como o Natal.
Nesse olhar especial para a geração de caixa, está diminuir o capital de giro, reprogramar investimentos que poderiam ser postergados e dar mais atenção a despesas, incluindo as pequenas.
“Esses ajustes não vão aparecer todos no terceiro trimestre. Alguns custos relacionados a essas redundâncias identificadas aparecerão ainda. No quarto trimestre, aí sim, as reduções [todas] devem aparecer”, afirmou, acrescentando que a direção da companhia continua buscando alternativas para tornar mais leve a estrutura, com objetivo de que as unidades tenham mais autonomia em suas decisões.
De acordo com Castellan, como no curto e médio prazos há um foco de margem e fluxo de caixa, constantemente a companhia revisita seu “footprint” global. “A ideia é minimizar ao máximo possível a presença em países que continuamos operando com perdas e, especialmente, com caixas negativos.”
Na América Latina, o vice-presidente da Natura &CO Latam afirmou que ajustes seguem sendo feitos como parte do processo de integração da Avon, que ainda está em curso e, agora, caminha para a estabilidade. “Chegou o momento que podemos acelerar combinação dos negócios, o que inclui a otimização da estrutura, dos processos, sistemas e ativos”, disse Ferreira.
Veja tudo sobre o balanço da Natura &Co e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia no Valor Empresas 360.
Bloomberg

Para o próximo ano, a meta é que projetos para baixa renda representem entre 20% e 25% dos lançamentos, afirmou Flavio Ernesto Zarzur A incorporadora EZTec deve reforçar seus lançamentos no segmento econômico, para o público de baixa renda, que se encaixam no programa Casa Verde e Amarela (CVA), afirmaram executivos da companhia durante teleconferência com analistas, nesta sexta-feira (12). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

No mês, eles têm superávit de R$ 5,79 bilhões Os investidores estrangeiros aportaram R$ 1,04 bilhão em recursos no segmento secundário da B3 (ações já listadas) na quarta-feira, 10 de agosto, dia em que o Ibovespa subiu 1,46%. Com isso, o superávit anual da categoria avançou para R$ 59,55 bilhões. No mês, eles têm superávit de R$ 5,79 bilhões.
Já o investidor institucional sacou R$ 1,05 bilhão na quarta-feira. Com isso, o saldo anual do grupo é negativo em R$ 83,71 bilhões. No acumulado deste mês, a categoria sacou R$ 4,89 bilhões.
E o investidor individual retirou R$ 79 milhões no mesmo dia, reduzindo seu superávit em 2022 para R$ 642,2 milhões. Durante este mês, o acumulado da categoria é negativo em R$ 743,7 milhões. As informações foram divulgadas pela B3.
Edilson Dantas/Agência O Globo

Presidente da varejista, que reportou prejuízo no segundo trimestre, afirmou que a atenção deve se voltar, agora, para elevar a alavancagem operacional O Magazine Luiza disse nesta sexta-feira (12), em teleconferência com analistas sobre resultados de abril a junho, que, após ajustes feitos num “mato mais alto” neste ano, a atenção deve se voltar para elevar a alavancagem operacional.
“No primeiro trimestre fizemos vários ajustes, como redução de despesas [de operações] sem juros, cobrança de frete, aumento de prazo aqui e acolá, repasse de aumento de preços aos produtos, aumento de taxa de comissão […]. O papel do líder é mudar a curva do rio, e é difícil fazer esse ajuste e aumentar a venda ao mesmo tempo, e a gente até ganhou ‘share’ em algumas categorias depois disso”, disse Frederico Trajano, presidente da companhia na teleconferência.
“Olhando o primeiro semestre, a margem principal, a margem ebitda vai ter que vir de aumento de venda […], o mais importante para qualquer varejista é aumento de venda no mundo e no Brasil também. Agora, temos os ‘capacities’ mais ajustados, e vamos ter um trabalho ainda de redução de despesas mais para segundo semestre, só que, agora, o mato é mais baixo [para fazer isso] hoje. Mas a parte importante é a alavancagem operacional agora”, afirmou o executivo.
“Mesmo que o bolo não cresça, e eu acho que vai crescer porque no primeiro semestre não teve a Copa do Mundo [que acontece na segunda metade do ano] e não teve 5G e o auxílio maior, nós temos todas as condições de ganhar ‘share’. Eu acho que dá para entrar com operação mais ajustada, ganhando share e com a ajuda desses ajustes feito, ter [ganho de] alavancagem”, disse.
O comando da empresa ainda mencionou a maior desconcentração de produtos no on-line, com menor peso das vendas de duráveis — 52% das vendas transacionadas na plataforma da empresa são de novas categorias, como moda, esportes, beleza, automotivo, e o restante são itens tradicionais da rede, como eletrônicos. A empresa veio reduzindo esse peso com ações mais focada nisso, depois da alta dos juros e escalada da inflação.
Trajano voltou a reforçar que a empresa “gosta” do segmento de bens duráveis, mas que há, agora, um “contraciclo”, por isso aumenta a força de novas categorias.
O executivo ainda disse que um dos objetivos, hoje, é aumentar as vendas transacionadas pela plataforma da empresa e aumentar o número de lojistas e, depois, monetizar essa estrutura. Ele entende ainda que o estoque já está num nível mais adequaddo — a empresa fez reduções após o fim de 2021. Sobre o tema, Fabrício Garcia, vice-presidente operacional e comercial, afirmou que o nível estocado não é o “satisfatório”, mas está mais adequado e é de boa qualidade e baixo nível de ruptura, ou seja, com poucos itens faltando.
A empresa registrou alta de 22% nas vendas dos produtos de terceiros em sua plataforma, e as vendas de itens próprios no on-line caíram 6,8%. No total, o digital subiu 1,9%.
Balanço
A receita líquida caiu 5% e houuve prejuízo líquido de R$ 135 milhões de abril a junho, versus lucro de R$ 95,5 milhões um ano antes. A ação da empresa chegou a ficar estável durante a teleconferência e, no fim da manhã desta sexta-feira (12), já após o contato com analistas, subia 4,6%. O papel da Via, concorrente no segmento, avançava 11% e o da Americanas caía 2,86%.
Frederico Trajano, presidente Magazine Luiza
Julio Bittencourt
Número de lojas
O comando do Magazine Luiza informou também que não pretende fechar muito mais lojas na segunda metade do ano, e espera um aumento no ritmo de crescimento da demanda no Norte e Nordeste, afirmou o vice-presidente comercial e de operações.
No segundo trimestre, a varejista inaugurou 9 unidades e encerrou a operação de 57, sendo 48 quiosques e 9 lojas convencionais. Nos últimos 12 meses, a companhia abriu 155 novas lojas (25 na Região Sul, 106 no Sudeste, 6 no Centro Oeste, 15 no Nordeste e 3 no Norte). Da base total, 45% das lojas estão em processo de maturação.
O Magazine Luiza encerrou o mês de junho com 1.429 lojas, sendo 1.046 convencionais, 237 virtuais e 146 quiosques (parceria com as Lojas Marisa e com a rede de supermercados Semar).
Segundo Fabrício Garcia, Estados do Norte e Nordeste podem ser beneficiados com o novo Auxílio Brasil, por isso, apesar de, neste momento, ter o ritmo de crescimento na mesma média nacional, podem acelerar.
Veja tudo sobre o balanço do Magazine Luiza e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia, no Valor Empresas 360

Em comunicado, a Polícia do Estado de Nova York confirmou que ele foi esfaqueado e foi levado de helicóptero para um hospital local O autor banido no Irã, Salman Rushdie foi atacado nesta sexta-feira (120 durante uma palestra no Estado de Nova York. Ele é autor de livros que o levaram a receber a ameaças de morte do Irã na década de 1980, entre os quais “Os Versos Satânicos”. Inicialmente, não havia confirmação se ele havia sido ferido, mas a polícia local confirmou depois que ele foi esfaqueado.
Em comunicado, a polícia disse que o escritor foi levado de helicóptero para hospital local e confirmou que o agressor está sob custódia. Um repórter da “Associated Press” viu um homem invadir o palco da Chautauqua Institution, onde Rushdie dava palestra, e começar a atacar o autor durante sua apresentação. Ele caiu ao chão e o homem foi contido por seguranças no local.
Após o ataque, Rushdie foi rapidamente cercado por um pequeno grupo de pessoas que ergueram suas pernas, provavelmente para enviar mais sangue ao peito. Ainda não se sabe da condição de Rushdie, que tem 75 anos.
Em comunicado, a Polícia do Estado de Nova York confirmou que ele foi esfaqueado, com feridas no pescoço, e foi levado de helicóptero para um hospital local. Também foi confirmado que o agressor está sob custódia das forças de segurança locais.
Após o ataque, Rushdie foi rapidamente cercado por um pequeno grupo de pessoas que o ergueram na tentativa de socorrer o escritor
Joshua Goodman/AP
O livro “Os Versos Satânicos” é proibido no Irã desde 1988, pois muitos muçulmanos o consideram uma blasfêmia. Um ano depois da publicação, o falecido líder do Irã, o aiatolá Ruhollah Khomeini, emitiu uma fatwa – espécie de lei religiosa – que pedia pela morte de Rushdie.
O governo do Irã chegou a colocar recompensa de mais de US$ 3 milhões para quem matasse Rushdie. Apesar dos novos governo do Irã terem se afastado da fatwa que pedia a morte do autor, o sentimento anti-Rushdie continua no país. Em 2012, uma fundação religiosa iraniana semi-oficial elevou a recompensa por Rushdie para US$ 3,3 milhões.
Rushdie descartou essa ameaça na época, dizendo que “não havia evidências” de pessoas interessadas na recompensa. Naquele ano, Rushdie publicou um livro de memórias, “Joseph Anton”, sobre a fatwa.

“Mas o mercado ainda está bastante volátil. O mais importante é que há tendência de expansão de margens, embora possa haver algum soluço derivado de gestão de estoques”, disse Ricardo Mussa Há uma tendência de mudança estrutural nas margens da distribuição de combustíveis no país, que ainda são inferiores às vistas em outras regiões, e a Raízen está bem posicionada para se beneficiar desse movimento, disse o presidente da companhia, Ricardo Mussa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Isso é um indicativo de que as sanções impostas por países ocidentais contra o combustível russo estão tendo pouco efeito A produção de petróleo da Rússia diminuiu apenas 3% em relação aos níveis pré-guerra, um indicativo de que as sanções impostas por países ocidentais contra o combustível russo estão tendo pouco efeito para prejudicar economicamente o país.
Em seu último relatório mensal sobre petróleo, a Agência Internacional de Energia (AIE) disse que a produção de petróleo da Rússia em julho foi de 310 mil barris por dia abaixo dos níveis pré-guerra, enquanto as exportações totais de petróleo caíram cerca de 580 mil barris por dia.
As exportações de petróleo e derivados da Rússia para a Europa, EUA, Japão e Coreia caíram quase 2,2 milhões de barris por dia desde a invasão da Ucrânia no dia 24 de fevereiro. A AIE disse que a queda dos envios para estes países foram compensadas por mais vendas para Índia, China, Turquia e outros.
O relatório da AIE estima que a Rússia gerou US$ 19 bilhões em receitas de exportação de petróleo no mês passado e US$ 21 bilhões em junho. A agência disse que “as perspectivas para a oferta mundial de petróleo foram revisadas para cima, com quedas mais limitadas da oferta russa do que o previsto anteriormente”.
Em junho, a China ultrapassou a União Europeia (UE) como a maior importadora de petróleo russo.
A AIE disse que o embargo da UE às importações de petróleo e produtos russos que entrará em vigor em fevereiro de 2023, resultaria em “mais quedas” de produção, já que cerca de 1 milhão de barris por dia de produtos e 1,3 milhão de barris por dia de petróleo “teriam de encontrar novos compradores”.
Espera-se que a Rússia reduza a produção após as sanções do bloco entrarem em vigor, levando gigantes do petróleo, incluindo a Arábia Saudita, a se beneficiarem do aumento da demanda de petróleo na Europa, disse a AIE.
Keri Jackson/Pixabay

Rio de Janeiro, Vitória, Florianópolis e Palmas podem ser as próximas capitais a receber o sinal 5G “puro”, na faixa de 3,5 gigahertz (GHz), informou nesta sexta-feira (12) o diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Moisés Moreira. O executivo preside o grupo técnico responsável por acompanhar o lançamento da nova tecnologia, o Gaispi.
O diretor da agência afirmou, após reunião do grupo técnico, que as quatro capitais estão com os “trabalhos avançados” de liberação da faixa para o uso da quinta geração de tecnologia de telefonia móvel e “em breve” podem contar com o novo serviço.
Prazo-limite para ligar sinal de 5G na faixa de 3,5 gigahertz (GHz) em todas as capitais do país poderá ser adiado por mais 60 dias
Bloomberg
O prazo-limite para ligar o sinal de 5G “puro”, na faixa de 3,5 gigahertz (GHz), em todas as capitais do país poderá ser adiado por mais 60 dias, ficando para o fim de novembro. A informação também foi passada nesta sexta-feira por Moisés Moreira.
Inicialmente, a rede 5G em 3,5 GHz seria ativada em todas as capitais até o fim de julho. Mas a dificuldade com a importação de equipamentos para mitigar o risco de interferência em outros serviços, que passam pela mesma faixa de frequência, levou o grupo a postergar a ativação do serviço por 60 dias, ficando para 29 de setembro.

