
Segundo o levantamento do consórcio de veículos de imprensa, a média móvel de mortes nos últimos sete dias é de 204 por dia, um recuo de 8% em relação aos óbitos registrados em 14 dias O Brasil registrou 173 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o levantamento do consórcio de veículos de imprensa feito junto às secretarias estaduais de Saúde do país nesta quinta-feira (11). Com isso, o total de óbitos pelo novo coronavírus subiu para 681.025.
A média móvel de mortes nos últimos sete dias é de 204 por dia, um recuo de 8% em relação aos óbitos registrados em 14 dias, indicando tendência de estabilidade do dado há 25 dias.
Alagoas, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins não registraram mortes nas últimas 24 horas. O Estado de São Paulo não atualizou seus dados da pandemia nesta quinta.
De acordo com o balanço fechado às 20h, o número de novos casos conhecidos de covid-19 de ontem para hoje foi de 22.808, elevando o total de infectados para 34.118.403.
média móvel de casos do novo coronavírus nos últimos sete dias foi de 22.405 por dia, uma queda de 35% em relação aos casos registrados em 14 dias.
Os dados divulgados pelo consórcio de imprensa foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 de junho de 2020 para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal.

No primeiro trimestre, a companhia também havia registrado queda de resultado superior a 90% A Via, antiga Via Varejo, registrou lucro atribuído aos controladores de R$ 6 milhões no segundo trimestre deste ano, queda de 95% em relação ao mesmo período de 2021. No primeiro trimestre, a companhia também havia registrado queda de resultado superior a 90%.
O lucro líquido operacional caiu 88%, para R$ 16 milhões, enquanto o indicador de lucro líquido comparável somou os mesmos R$ 16 milhões, com recuo de 64,4% ante o segundo trimestre de 2021.
A receita líquida caiu 2,9% no comparativo trimestral, para R$ 7,4 bilhões. O volume bruto de mercadoria (GMV) alcançou R$ 11 bilhões, queda de 3,5.
O volume bruto de mercadoria omnicanal 1P, em que o varejista cuida da cadeia do recebimento do pedido até o acompanhamento da entrega, recuou 0,8%, para R$ 9,66 bilhões.
O faturamento das lojas físicas, que cresceu 18,4%, atenuou parte do recuo de 21,5% do on-line. As vendas nas mesmas lojas cresceram 12% no comparativo trimestral.
Já o omnicanal 3P, do modelo marketplace, viu o faturamento cair 19,2%, para R$ 1,34 bilhão.
Entre abril e junho, o Ebitda ajustado somou R$ 748 milhões, alta de 54,2% ante o mesmo período de 2021. A margem Ebitda ajustada ficou em 9,8%, expansão de 3,6 pontos percentuais na mesma base de comparação.
A companhia destaca que a entrada de processos por demandas trabalhistas caiu 52% entre o segundo trimestre de 2021 e o mesmo período deste ano, enquanto o volume de pagamentos diminuiu 42%.
Veja tudo sobre o balanço da Via e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia no Valor Empresas 360
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O grupo CCR teve lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 291,3 milhões no segundo trimestre deste ano, revertendo o prejuízo de R$ 44 milhões registrado no mesmo período de 2021.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado do período chegou a R$ 1,775 bilhão, uma alta de 25,7%. A receita líquida da companhia (que exclui receita de construção) subiu 32,7%, chegando a R$ 3,088 bilhões.
Os resultados refletem a melhora operacional das concessões controladas pelo grupo, assim como o início de operação de ativos conquistados recentemente. O tráfego consolidado de veículos nas rodovias subiu 4% no trimestre. Na mesma base de comparação, a alta é de 8%.
Grupo CCR: tráfego consolidado de veículos nas rodovias subiu 4% no trimestre. Na mesma base de comparação, a alta é de 8%
Luis Ushirobira/Valor
Em mobilidade urbana e aeroportos, nos quais a recuperação vinha sendo bem mais lenta, houve um salto de 138,6% e 243,3% no trimestre, em relação a igual período de 2021. Em uma comparação de mesma base (excluindo os novos contratos), as altas são de 61% e 93%, respectivamente.
Já os novos contratos conquistados recentemente pela CCR somaram um faturamento bruto de cerca de R$ 667 milhões. A concessão das linhas 8 e 9 da CPTM começou em janeiro. O contrato da Rio-São Paulo (ex Dutra) teve início em março, assim como dois blocos de aeroportos arrematados em 2021. Já Pampulha começou a operar em maio.
A dívida líquida consolidada do grupo atingiu R$ 21 bilhões em junho de 2022, contra R$ 14,276 bilhões no mesmo período de 2021. A alavancagem financeira, medida pela dívida líquida pelo Ebitda ajustado foi de 1,8 vez, contra 2,3 vezes no mesmo período de 2021.
Os custos totais da companhia caíram 5,7% no trimestre, chegando a R$ 2,13 bilhões. Houve uma redução significativa na linha de depreciação e amortização, pelos acordos firmados com o Estado de São Paulo para as concessões ViaOeste e AutoBan. O resultado financeiro líquido subiu 115,2%, chegando a um impacto negativo de R$ 704,9 milhões.

A Cogna, maior grupo de educação do país, fechou o segundo trimestre com prejuízo líquido de R$ 101 milhões, aumento de 149% em relação os R$ 40,6 milhões do mesmo período do ano anterior. A receita ficou estável em R$ 1,15 bilhão.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente foi de R$ 355 milhões, o que representa um avanço de 11,4% quando comparado ao mesmo período de 2021. A margem do indicador subiu 3,1 ponto percentual para 30,7%.
O resultado veio acima do projetado pelos analistas, que estimavam queda na receita e Ebitda, com aumento inferior a dois pontos percentuais na margem Ebitda.
Maior grupo de educação do país, Cogna fechou o segundo trimestre com prejuízo líquido de R$ 101 milhões, aumento de 149%
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“É o quinto trimestre consecutivo de crescimento no Ebitda. Não há uma bala de prata, os resultados vêm aos poucos e são frutos da nossa reestruturação de 2020 e 2021”, disse Roberto Valério, presidente da Cogna. Ele se referiu à reestruturação que envolveu fechamento de 25% de suas unidades de cursos presenciais para dar mais foco nos cursos digitais.
A companhia apresentou também no release de resultados um prejuízo líquido ajustado de R$ 36,6 milhões, que considera a amortização de intangível (aquisições), comparado ao lucro líquido ajustado de R$ 20 milhões no mesmo período de 2021. A geração de caixa pós-investimentos subiu 310% para R$ 112,5 milhões.
A companhia encerrou o primeiro semestre com 929,3 mil alunos na graduação, o que representa um crescimento de 12%, quando comparado há um ano. O maior crescimento veio dos cursos classificados de baixa presencialidade (que tem mais aulas online), com 592 mil matriculados, alta de 13,9%.
O grupo conseguiu ainda reduzir a taxa de evasão em 0,3 ponto percentual e aumentar a rematrícula em 12%. Valério destaca que esse desempenho na base de alunos é devido à estratégia de concessão de descontos pontuais e não de forma generalizada.
É comum o aluno ingressar na faculdade atraído pelo abatimento nas mensalidades nos primeiros meses dos cursos e depois ficar inadimplente quando é cobrada a mensalidade cheia. Ao captar alunos com perfil que não entra no curso apenas atraído por descontos, as chances de evasão e inadimplência caem.

A receita líquida consolidada foi de R$ 8,7 bilhões, uma alta de 0,4% em moeda constante e queda de 8,6% em reais. O resultado reflete, argumenta a empresa, uma forte base de comparação A fabricante de produtos de beleza Natura &Co continuou a ver os indicadores macroeconômicos pressionarem seu desempenho no segundo trimestre.
“Embora esperemos que as receitas de nossos negócios sigam em tendência de melhora no segundo semestre do ano, acreditamos que os desafios no ambiente macro persistirão, e que nossas margens permanecerão sob pressão no curto prazo. Neste contexto, nossa clara e imediata prioridade é focar nas margens e no fluxo de caixa operacional”, diz Fábio Barbosa, presidente da companhia, em sua primeira divulgação de resultados no cargo. Barbosa assumiu o posto em 15 de junho, após saída de Roberto Marques, que continua no conselho da Natura &Co.
No período, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 766 milhões, revertendo o lucro líquido de R$ 235 milhões de um ano antes. A receita líquida consolidada foi de R$ 8,7 bilhões, uma alta de 0,4% em moeda constante e queda de 8,6% em reais. O resultado reflete, argumenta a empresa, uma forte base de comparação, já que no segundo trimestre do ano passado a companhia registrou crescimento de vendas de 31,7% em moeda constante e de 36,2% em reais.
A receita líquida de Natura &Co América Latina cresceu 5,6% em moeda constante e 0,4% em reais. A marca Natura registrou crescimento de 14,8% na região em moeda constante e 12,2% em reais. A receita líquida no Brasil cresceu 14,3% no período, apoiada pela aceleração na produtividade das consultoras, que cresceu 17,5% no segundo trimestre. Nos países hispânicos, a receita líquida cresceu 15,5% em moeda constante e 8,8% em reais. O crescimento foi majoritariamente impulsionado pela Argentina e pela Colômbia, compensando a queda registrada no Chile.
A receita da marca Avon caiu 5% em moeda constante e 12,8% em reais. No Brasil, a receita líquida da marca vem melhorando sequencialmente desde o terceiro trimestre de 2021, mas ainda assim caiu 10,7% no segundo trimestre deste ano. Isso ocorreu principalmente em razão de uma queda de 31% nas vendas da categoria Moda e Casa, e houve crescimento de cerca de 5% nas vendas de Beleza no trimestre. Nos mercados hispânicos, a receita líquida caiu 2,8% em moeda constante e 13,9% em reais, também em razão de uma queda nas vendas de Moda e Casa, refletindo também uma forte base de comparação do segundo trimestre de 2021.
A receita líquida da Avon Internacional caiu 11,4% em moeda constante e 25,4% em reais. O desempenho foi impactado principalmente pela guerra na Ucrânia (excluindo Rússia e Ucrânia, as vendas caíram 5,8% em moeda constante), pelos baixos níveis de confiança do consumidor e pela perda de poder de compra das famílias na Europa, bem como por um menor número de representantes, segundo a companhia.
A receita líquida da The Body Shop caiu 11,8% em moeda constante e 25,3% em reais, principalmente impactada pelo reequilíbrio dos canais com as vendas da The Body Shop At Home (canal de venda direta) e do varejo on-line superaram a retomada progressiva do varejo.
A Aesop, no entanto, continua a viver um bom momento. A receita líquida cresceu 24,5% em moeda constante e 5,7% em reais. Todos os mercados entregaram um crescimento de duplo-dígito, liderados por América do Norte e Ásia-Pacífico. A Aesop continua a registrar consistentemente um crescimento de vendas superior ao de outras marcas globais de luxo, melhorando a produtividade geral das lojas.
No texto, Barbosa diz que se concentrou em duas prioridades nesse primeiro momento: redesenhar a estrutura da companhia e melhorar a governança.
“Neste momento, mapeamos economias no nível da holding. Se a companhia tivesse implementado estas mudanças no ano passado, teríamos tido uma redução anualizada de pelo menos 35% em despesas corporativas recorrentes. Outras mudanças e economias previstas serão anunciadas à frente”, diz em texto divulgado pela empresa.
Sobre as mudanças de governança e modo de trabalhar, o executivo diz que a holding ficará “fortemente” concentrada em definir indicadores-chave de desempenho, monitorando e acompanhando o desempenho de marcas mais autônomas, liderando a alocação de recursos dentro do grupo e seguindo os compromissos sociais e de sustentabilidade da companhia para 2030.
Veja tudo sobre o balanço da Natura &CO e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia no Valor Empresas 360
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Resultado da operadora da bolsa foi afetado por fatores como a queda da receita e o aumento das despesas operacionais O lucro líquido da B3 recuou 8,5% no segundo trimestre, em comparação com o mesmo período de 2021, para R$ 1,09 bilhão. O resultado foi afetado por fatores como a queda da receita e o aumento das despesas operacionais.
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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concedeu hoje a certificação operacional para o aeroporto de Santos Dumont (RJ) que eleva o terminal a um patamar internacional de segurança. De acordo com a agência, o aeroporto de Congonhas (SP) passa pelo mesmo processo de avaliação e, até o fim do ano, também receberá a certificação.
Os dois aeroportos estão programados para ir a leilão. Congonhas entrou na sétima rodada de concessões de aeroportos, marcada para o próximo dia 18 de agosto. Santos Dumont chegou a fazer parte da lista de terminais dessa rodada, que terão a gestão transferida para a iniciativa privada, mas teve a oferta adiada para o próximo ano quando também deve ocorrer a relicitação do aeroporto de Galeão (RJ).
A certificação operacional concedida pela Anac vinha sendo buscada desde 2010 pela Infraero, que é operadora do aeroporto. O trabalho envolveu melhorias de infraestrutura, estabelecimento de procedimentos específicos para operação e acordos com companhias aéreas, torre de controle e demais elos do sistema de aviação, bem como compromissos assumidos para manutenção e aumento da segurança operacional e regularidade das operações.
Hoje à tarde, o diretor-presidente da Anac, Juliano Noman, entregou o certificado operacional ao diretor de operações e serviços técnicos da Infraero, Brigadeiro André Luiz Fonseca e Silva, em cerimônia realizada na sede da agência, em Brasília.
“Com Santos Dumont e Congonhas certificados, a expectativa é de que a movimentação doméstica, atualmente com 85% do fluxo em aeroportos brasileiros certificados pela agência, chegue a 92%. Hoje, a movimentação internacional em aeroportos certificados chega a 99,9%. Ao todo, já são 63 aeródromos certificados pela Anac no país”, informou a agência reguladora.
Segundo a Anac, a certificação de um aeroporto passa pela definição de especificações operativas (EO) do aeródromo, como os tipos de operações aéreas que o aeroporto está apto a receber. A medida também atesta a capacidade do operador de cumprir os regulamentos técnicos da agência relativos à segurança operacional. As normas do órgão que precisam ser seguidas incluem requisitos de infraestrutura aeroportuária, manutenção, operações, resposta à emergência aeroportuária e controle da fauna.
Fernando Lemos / Agencia O Globo

A Americanas registrou prejuízo de R$ 97,9 milhões no segundo trimestre deste ano, uma alta de 329% na comparação ao prejuízo de R$ 22,8 milhões do mesmo período de 2021. A receita líquida avançou 52,9% no comparativo trimestral, para R$ 6,7 bilhões.
O volume bruto de mercadoria (GMV), ou vendas brutas totais, foi de R$ 13,9 milhões no último trimestre, alta de 10,4%. Do total, R$ 10,4 bilhões são referentes ao volume bruto digital, que cresceu 5,7% ante o segundo trimestre de 2021.
O digital considera as vendas da Americanas, que caíram 7,6% e somaram R$ 4,4 bilhões, além do faturamento de parceiros, que cresceu 18,3% e ficou em R$ 6 bilhões.
Resultado financeiro ficou negativo em R$ 555 milhões no último trimestre, mais que o dobro do resultado negativo do 2º tri de 2021
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Os outros R$ 3,5 bilhões foram referentes ao varejo físico, alta de 26,9%. As vendas nas mesmas lojas avançaram 10,2% e, durante o período, foram inauguradas 78 novas lojas. Com isso, a Americanas terminou o trimestre com 3.591 lojas.
O Ebitda ajustado da companhia somou R$ 843 milhões entre abril e junho, avanço de 29,2% ante o mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ajustada avançou 2,2 pontos percentuais, para 12,6%.
As despesas operacionais avançaram 0,2%, alcançando pouco menos de R$ 1,74 bilhão. Do total, R$ 171,9 milhões são referentes a despesas gerais e administrativas, que cresceram 56,7% ante o segundo trimestre de 2021. Já as despesas com vendas caíram 8,3%, para R$ 1,07 bilhão.
O resultado financeiro da companhia ficou negativo em R$ 555 milhões no último trimestre, mais que o dobro do resultado negativo do segundo trimestre de 2021.

As vendas totais subiram 1,3% contra 2021, a R$ 13,9 bilhões. O número também é um incremento de 34% sobre o segundo trimestre de 2019 A Magazine Luiza registrou prejuízo líquido de R$ 135 milhões no segundo trimestre, revertendo o lucro líquido de R$ 95,5 milhões de um ano antes. As receitas líquidas do conglomerado de varejo somaram R$ 8,56 bilhões entre abril e junho, queda de 5% na comparação anual.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da companhia foi de R$ 457,4 milhões no segundo trimestre, queda de 1,7% sobre o mesmo período de 2021. A margem Ebitda foi de 5,3%, leve incremento de 0,1 ponto percentual em um ano. A margem bruta foi de 28,6%, alta de três pontos no ano.
A empresa diz que as vendas totais subiram 1,3% contra 2021, a R$ 13,9 bilhões. O número também é um incremento de 34% sobre o segundo trimestre de 2019. As vendas diretas no on-line somaram R$ 10 bilhões, queda de 6,8% no ano, enquanto vendas de terceiros (marketplace) chegaram a R$ 3,6 bilhões, alta de 22%, no segundo trimestre.
As despesas operacionais da Magazine Luiza chegaram a R$ 1,95 bilhão no segundo trimestre, alta de 3,7% na comparação anual. A geração de caixa operacional foi de R$ 1,3 bilhão, influenciada pela variação do capital de giro, com redução sequencial dos níveis de estoque e aumento do saldo de fornecedores.
As despesas financeiras somaram R$ 493,8 milhões, mais que o dobro de um ano atrás, devido ao aumento da taxa de juros ao longo do último ano. A alta expressiva no indicador acabou influenciando a última linha do balanço, gerando o prejuízo líquido do período.
Magazine Luiza
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Resultado da maior empresa de proteínas animais do mundo alcançou R$ 3,9 bilhões Na maior indústria de carnes do planeta, o efeito negativo da normalização das margens no negócio de carne bovina dos EUA começou a aparecer. No segundo trimestre, a brasileira JBS reportou um lucro líquido de R$ 3,9 bilhões, redução de 9,8% ante o mesmo período do ano passado.
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