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Pesca Profissional Artesanal: um tipo de pesca caracterizada principalmente pela mão de obra familiar, com embarcações de pequeno porte, como canoas ou jangadas, ou ainda sem embarcações, como na captura de moluscos perto da costa. Sua área de atuação está nas proximidades da costa, nos rios, reservatórios, lagos/lagoas, estuários e açudes. Lei Federal 11.959 de 29/06/2009.

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Receita líquida de R$ 273,7 milhões no segundo trimestre, alta de 55,8% na comparação com o mesmo período de 2021,
Manifestos em defesa do sistema eleitoral foram lidos na Faculdade de Direito da USP nesta quinta-feira Após a leitura da
A companhia conta que manteve a projeção de 50 aberturas no ano e foram nove no segundo trimestre O comando
O CEO do grupo, Ricardo Bottas, reconheceu o período complexo para a companhia e o segmento como um todo A
Militares estão no TSE inspecionando as urnas eletrônicas desde a última quarta-feira (3) e, a princípio, os trabalhos seriam concluídos
A carteira de crédito classificada totalizou R$ 4,1 bilhões em junho, uma redução de 4,0% nos últimos 12 meses O
Em paralelo, a companhia segue avaliando oportunidades para ampliar o portfólio de transmissão, por meio de fusões e aquisições, assim
Candidato a deputado federal, líder sem teto Guilherme Boulos (Psol) avaliou como "muito positiva" a dimensão do ato pela democracia
Na USP, estudantes e docentes realizaram a leitura da carta; UFSCar fez manifestação on-line. Estudantes e professores da E. E.
Ex-ministra participa de atos realizados na Faculdade de Direito da USP Presente no ato pela democracia nesta quinta-feira (11), na


Receita líquida de R$ 273,7 milhões no segundo trimestre, alta de 55,8% na comparação com o mesmo período de 2021, foi considerada recorde para o período pela companhia A retomada da movimentação após o auge da pandemia da covid-19 dá sinais de recuperação no resultado da administradora de vagas de estacionamento Allpark Estapar.

“Sem duvida foi um trimestre bastante positivo para a companhia em todos os aspectos”, disse hoje André Iasi, presidente da Estapar, em telefonferência com analistas. Segundo ele, a melhora dos resultados operacionais com um período de sazonalidade favorável e a redução da alavancagem trarão resultados positivos nos próximos trimestres.

“A sazonalidade esperada para os próximos trimestres deve vir e os resultados vão melhorar”, disse Iasi.

Nos três meses encerrados em 30 de junho, a empresa teve um prejuízo de R$ 36 milhões, reduzindo em 39,9% as perdas de R$ 60,5 milhões registradas um ano antes.

A receita líquida de R$ 273,7 milhões no segundo trimestre teve alta de 55,8% na comparação com o mesmo período de 2021 e foi considerada recorde para um segundo trimestre pela companhia.

O prejuízo reflete a alta alavancagem financeira, comentou Emílio Sanches, diretor financeiro e de relações com investidores da empresa.

A Estapar encerrou o segundo trimestre com dívida líquida de R$ 850,7 milhões, volume 9,2% superior ao endividamento de R$ 779,3 milhões um ano antes.

Segundo Iasi, a empresa “tem tranquilidade com o vencimento de dívidas de curto prazo”. Neste sentido, segundo ele, o “aumento de capital é sempre uma opção”, mas não há decisão de curto prazo sobre o tema.

A empresa fechou o segundo trimestre com R$ 77,4 milhões em caixa, 28% superior ao caixa de R$ 60,5 milhões registrado nos três meses encerrados em 31 de março deste ano.
Estacionamento da Estapar no Rio de Janeiro
Gabriel Monteiro/Agência O Globo

Ampliar a rede de recarga de veículos elétricos é um dos focos da companhia. No dia 12 a empresa anunciou uma fusão entre a Ecovagas, rede semipública de postos de abastecimento de carros elétricos controlada pela Estapar, e a Zletric, segunda maior rede de eletropostos, de acordo com a companhia.

A transação, segundo Iasi, deve ser concretizada nos próximos 60 dias ampliando o foco da Estapar em recarga de veículos residenciais. Segundo a empresa, o acordo “marca a consolidação da maior rede de recarga de veículos elétricos no país”.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 78,75 milhões no segundo trimestre, alta de 91,4% na comparação anual.

A rede de estacionamentos destaca que 15,5% das receitas vieram de plataformas digitais, ante média de 12% em 2021 e de 2,9% em 2020, com seu aplicativo próprio e a Zona Azul de São Paulo atingindo 5 milhões de usuários ao fim de junho, alta de 23,3% em um ano.

“A Zul Digital que passou a oferecer novos serviços desde 1º de abril também colabora para o avanço das transações digitais”, disse.

No segundo trimestre, a Estapar alcançou 9,8 milhões de transações em plataformas digitais, 88,4% acima do volume registrado um ano antes.

O número de vagas administradas no segundo trimestre somou 441,4 mil, alta de 13,2% sobre igual periodo do ano passado.
Veja tudo sobre o balanço da Estapar e outros indicadores financeiros, além de todas as notícias sobre a companhia no Valor Empresas 360


Manifestos em defesa do sistema eleitoral foram lidos na Faculdade de Direito da USP nesta quinta-feira Após a leitura da carta em defesa da democracia liderada pela Faculdade de Direito da USP, nesta quinta-feira (11), participantes do ato entoaram gritos de desaprovação ao presidente Jair Bolsonaro (PL). Os manifestantes gritaram “fora, Bolsonaro” e defenderam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com “olê, olê, olá, Lula”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


A companhia conta que manteve a projeção de 50 aberturas no ano e foram nove no segundo trimestre O comando da Petz, rede de produtos para animais de estimação, disse hoje, em teleconferência com analistas, que a inflação de mercadorias do setor vem cedendo e que a demanda verificada em julho e agosto se mantém em linha com o segundo trimestre. “Agosto está até um pouco acima”, disse Aline Penna, vice-presidente financeira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


O CEO do grupo, Ricardo Bottas, reconheceu o período complexo para a companhia e o segmento como um todo A sinistralidade atípica enfrentada pelo segmento de seguro saúde tende a cair, mas permanecer ainda acima da média histórica nos próximos meses, avaliou a vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Juliana Caligiuri, durante a teleconferência de resultados do segundo trimestre. “Temos visto uma multiplicidade de variáveis impactando a sinistralidade e não apenas a covid-19”, pontuou.

O CEO do grupo, Ricardo Bottas, reconheceu o período complexo para a companhia e o segmento como um todo. “No segundo trimestre, tivemos um período repleto de desafios como consequência, tanto direta quanto indireta, de mais de dois anos de pandemia”, afirmou.

O executivo citou a elevação de custos de tratamentos, consultas e internações e a subida no volume de procedimentos eletivos neste ano que haviam ficado represados no período de isolamento. “A retomada de eletivos tem ficado acima do período pré-pandemia”, avaliou.

De acordo com Caligiuri, com uma suavização da pandemia e a retomada de uma rotina mais normalizada pelas pessoas, “tem ocorrido uma mudança no comportamento do consumidor, que está mais preocupado com a saúde, então, por exemplo, o número de exames por pessoa e o número de pessoas fazendo exame tem aumentado”.

A vice-presidente de Saúde e Odonto explicou que a pressão inflacionária é outro componente de pressão sobre a sinistralidade. “O IPCA está bastante alto e isso dificulta negociações [de repasse]”, pontuou.

A sinistralidade do grupo no segundo trimestre apresentou alta de 2,6 pontos percentuais, para 88,4%, na comparação com o mesmo período de 2021. Já o índice combinado ampliado, que reflete uma relação entre as despesas, incluindo sinistros, e receitas da companhia, alcançou 101,4%, com subida de 0,2 ponto ante o segundo trimestre de 2021.

A primeira metade de 2022, porém, reforçou sinais de uma tendência de arrefecimento dos sinistros diretamente ligados à covid-19. Entre janeiro e junho, houve queda no impacto das indenizações e custos de tratamento para a doença. Segundo a companhia, em todo o primeiro semestre de 2022, o grupo desembolsou R$ 77 milhões relativos a sinistros e custos médicos relacionados a pandemia. Trata-se de um recuo significativo ante os R$ 200 milhões pagos no mesmo período em 2021.

“Temos sinais de que estamos finalmente vendo o final desta crise, com números de casos, internações e óbitos ligados ao coronavírus em patamares cada vez menores”, afirmou Bottas.

Apesar do peso da inflação médica, da alta de procendimentos eletivos e do ainda significativo impacto da pandemia, a SulAmérica registrou forte aumento no lucro líquido no segundo trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2021. A companhia teve lucro líquido de R$ 138,9 milhões com alta anual de 373,3%.

No semestre, a seguradora acumulou um lucro de R$ 163,3 milhões, o que representa um avanço de 96,1% ante a primeira metade de 2021. O resultado operacional subiu 8,3% no segundo trimestre, comparado ao mesmo período de 2021, para R$ 5,637 bilhões.

No acumulado do semestre, a SulAmérica teve uma receita sem considerar os ganhos financeiros de R$ 11,061 bilhões, avanço de 6,4% frente a janeiro a junho do ano passado. Já o resultado financeiro deu um salto anual de 463,3% no segundo trimestre, para R$ 194,5 milhões. Conforme a companhia, a linha reflete, principalmente, a performance dos ativos indexados à taxa básica de juros Selic.

Sobre o processo de integração à Rede D’Or, o CEO explicou que o grupo continua a seguir os trâmites e aguarda a conclusão da análise dos reguladores. Bottas citou que o primeiro órgão a aprovar a combinação de negócios com o grupo hospitalar foi a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Em relação ao prazo para a confirmação dos demais reguladores, o executivo não citou um período. Apenas ressaltou que as companhias já fizeram as requisições necessárias e que o processo se mantém dentro das estimativas.
Ricardo Bottas, presidente da SulAmérica
Foto: Divulgação


Militares estão no TSE inspecionando as urnas eletrônicas desde a última quarta-feira (3) e, a princípio, os trabalhos seriam concluídos amanhã O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não deve se opor ao novo pedido enviado pelo ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, para que que as Forças Armadas tenham mais uma semana de prazo para a inspeção dos códigos-fonte das urnas eletrônicas.

Leia também: Exército critica TSE após expulsão de coronel
Na quarta-feira, o ministro encaminhou um ofício à corte solicitando que o período seja prorrogado até o dia 19 de agosto e indicando outros nove nomes para atuar, de maneira temporária, no processo de auditoria. Os militares estão no TSE desde o dia 3 de agosto. A princípio, o grupo terminaria os trabalhos nesta sexta-feira.

Segundo uma fonte do tribunal, a demanda já está sob análise da área técnica, mas não deve haver empecilhos, porque as entidades fiscalizadoras do processo eleitoral podem realizar esse trabalho até a lacração das urnas, prevista para a última semana de agosto.

Urna eletrônica
Nelson Jr./ ASICS/TSE
Apesar de terem começado a inspecionar os sistemas somente na semana passada, o TSE disponibilizou, desde outubro do ano passado, um espaço físico para receber partidos políticos e entidades interessadas em atuar no processo. No próximo dia 22, será a vez da Polícia Federal (PF) começar a auditoria.

O novo pedido do Ministério da Defesa foi enviado após o presidente do TSE, Edson Fachin, decidir excluir, na segunda-feira, um dos integrantes da equipe das Forças Armadas após vir à tona que ele divulgou “fake news” sobre o sistema eleitoral nas redes sociais.

Na quarta-feira, o Exército criticou a decisão do TSE por ter descredenciado, “de forma unilateral”, o coronel Ricardo Sant’Anna do grupo. Também afirmou que não indicaria substituto para ele.


A carteira de crédito classificada totalizou R$ 4,1 bilhões em junho, uma redução de 4,0% nos últimos 12 meses O Banco Pine teve lucro líquido recorrente de R$ 4,5 milhões no segundo trimestre, um avanço em relação ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado resultado de R$ 1,3 milhão, e ao primeiro trimestre deste ano, quando o ganho foi de R$ 1,8 milhão.

A carteira de crédito classificada totalizou R$ 4,1 bilhões em junho, uma redução de 4,0% nos últimos 12 meses. De acordo com o banco, a queda é explicada, principalmente, pela maior seletividade na concessão. O índice de inadimplência ficou em 0,2%, estável em relação ao verificado em março.

“Mantivemos a estratégia de incrementar a rentabilização do portfólio por meio de maiores spreads e pulverização comercial, reduzindo o ticket médio para o menor patamar dos últimos dois anos”, diz a companhia.

As receitas de prestação de serviços e tarifas somaram R$ 8,7 milhões no segundo trimestre, recuo em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram R$ 10,0 milhões. As despesas administrativas e de pessoal ficaram em R$ 43 milhões, de R$ 46,8 milhões um ano antes.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) foi de 0,9% no segundo trimestre, ante 0,6% um ano antes e 0,9% no trimestre anterior. O índice de Basileia ficou em 11,9%, de 10,4% e 11,1% em igual base de comparação.


Em paralelo, a companhia segue avaliando oportunidades para ampliar o portfólio de transmissão, por meio de fusões e aquisições, assim como a possibilidade de participar de leilões da Aneel A Taesa está na fase de testes finais da linha de transmissão de Ivaí, no Paraná, e o projeto deve entrar em operação definitiva nas próximas semanas, disse o diretor de implantação da companhia, Luis Alves, em teleconferência com analistas na manhã de hoje. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.


Candidato a deputado federal, líder sem teto Guilherme Boulos (Psol) avaliou como “muito positiva” a dimensão do ato pela democracia realizado nessa quinta-feira (11) na Faculdade de Direito da USP.
Ele afirmou que a importância do ato não pode ser medida pela presença ou ausência de políticos no evento, pois “o protagonismo aqui não é para ser dos políticos”.
Isso explica, segundo ele, porque não havia sequer previsão de discurso de políticos no ato.
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18/07/2018 – Guilherme Boulos, candidato a eleicao presidencial pelo partido PSOL
Ana Paula Paiva/Valor


Na USP, estudantes e docentes realizaram a leitura da carta; UFSCar fez manifestação on-line. Estudantes e professores da E. E. Álvaro Guião fizeram leitura de manifesto pela democracia
Maurício Andrade/EPTV
Estudantes e professores da Escola Estadual Álvaro Guião, de São Carlos (SP), promoveram na manhã desta quinta-feira (11) um ato para leitura de uma carta em defesa da democracia e do sistema eleitoral brasileiro. A manifestação começou às 10h45 na Avenida São Carlos, no Centro.
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A data foi escolhida por marcar o aniversário da criação dos cursos de direito no país e coincide com a leitura de um manifesto nacional, feito em São Paulo.
Ato pela democracia: veja trechos dos discursos em manifesto na Faculdade de Direito da USP
A “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito” é uma iniciativa de ex-alunos da faculdade de direito da USP e foi elaborada após constantes criticas do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao sistema eleitoral do Brasil. Até esta quinta, a carta tinha mais de 910 mil assinaturas.
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USP
Estudantes e professores fizeram leitura de manifesto pela democracia na USP em São Carlos
Mauricio Andrade/EPTV
No campus da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, alunos e docentes realizaram a leitura da Carta aos Brasileiros da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e outros manifestos, no Palquinho no Centro Acadêmico Armando Salles de Oliveira (Caaaso).
“Reafirmamos valores que nos são muito caros. E que no nosso entendimento devem alicerçar a democracia. O necessário combate às opressões, sobretudo a de classe e a participação da sociedade civil organizada”, dizia um trecho do documento assinado por professores.
UFSCar
A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), junto com o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFSCar (SINTUFSCar), o Sindicato dos Docentes em Instituições Federais de Ensino Superior dos Municípios de São Carlos, Araras, Sorocaba e Buri (ADUFSCar), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e a Associação de Pós-Graduandos (APG), fizeram um vídeo com a leitura coletiva da Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito. Link para assistir o vídeo:
A produção foi publicada no canal oficial da universidade.
Carta na íntegra
“Em agosto de 1977, em meio às comemorações do sesquicentenário de fundação dos Cursos Jurídicos no País, o professor Goffredo da Silva Telles Junior, mestre de todos nós, no território livre do Largo de São Francisco, leu a Carta aos Brasileiros, na qual denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos. Conclamava também o restabelecimento do estado de direito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.
A semente plantada rendeu frutos. O Brasil superou a ditadura militar. A Assembleia Nacional Constituinte resgatou a legitimidade de nossas instituições, restabelecendo o estado democrático de direito com a prevalência do respeito aos direitos fundamentais.
Temos os poderes da República, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, todos independentes, autônomos e com o compromisso de respeitar e zelar pela observância do pacto maior, a Constituição Federal.
Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular.
A lição de Goffredo está estampada em nossa Constituição “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de exemplo no mundo. Tivemos várias alternâncias de poder com respeito aos resultados das urnas e transição republicana de governo. As urnas eletrônicas revelaram-se seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.
Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros desafios. Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser atendidos com a devida plenitude.
Nos próximos dias, em meio a estes desafios, teremos o início da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos dos legislativos e executivos estaduais e federais. Neste momento, deveríamos ter o ápice da democracia com a disputa entre os vários projetos políticos visando convencer o eleitorado da melhor proposta para os rumos do país nos próximos anos.
Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.
Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional.
Assistimos recentemente a desvarios autoritários que puseram em risco a secular democracia norte-americana. Lá as tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições não tiveram êxito, aqui também não terão.
Nossa consciência cívica é muito maior do que imaginam os adversários da democracia. Sabemos deixar ao lado divergências menores em prol de algo muito maior, a defesa da ordem democrática.
Imbuídos do espírito cívico que lastreou a Carta aos Brasileiros de 1977 e reunidos no mesmo território livre do Largo de São Francisco, independentemente da preferência eleitoral ou partidária de cada um, clamamos as brasileiras e brasileiros a ficarem alertas na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições.
No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições.
Em vigília cívica contra as tentativas de rupturas, bradamos de forma uníssona: Estado Democrático de Direito Sempre!!!!”
VÍDEOS: Reveja as reportagens dos telejornais da EPTV
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara.


Ex-ministra participa de atos realizados na Faculdade de Direito da USP Presente no ato pela democracia nesta quinta-feira (11), na Faculdade de Direito da USP, a ex-ministra Marina Silva (Rede) afirmou que o fato de haver “adesão tão grande” às cartas lançadas no evento representa “um sinal de que a sociedade está se colocando em estado de vigilância”.
Nesta quinta, a sede da faculdade foi palco para leitura de dois manifestos em defesa da democracia, um organizado por ex-alunos da USP e outro liderado pela Fiesp. Ambas foram pensadas em resposta aos ataques reiterados feitos pelo presidente Jair Bolsonaro ao sistema eleitoral. Os textos não mencionam o nome do presidente e contam com adesões de diversos setores da sociedade.

Candidata à deputada federal, Marina afirmou que o ato desta quinta-feira “é apenas a comissão de frente” de um grande movimento nacional em defesa da democracia e do estado de direito.

Marina minimizou o fato de haver poucos políticos presentes. “É um ato da sociedade”, afirmou. Os políticos hoje “estão sentados” no banco de uma sala de aula do que chamou de “escola da democracia”. “Aqui é o momento de os políticos ouvirem”, reforçou.
Pátio da Faculdade de Direito da USP
Cesar Felicio/Valor